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	<title>Rock Star &#187; Marketing Esportivo</title>
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	<description>Blog da Agência Rock Star</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 May 2011 12:25:29 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Will Power conquista o bi em SP e é o novo líder da Indy</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 10:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automobilismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fórmula Indy]]></category>
		<category><![CDATA[conquista o bi em SP]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Esportivo]]></category>
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<p>O australiano Will Power voltou a mostrar a sua força em São Paulo. Pela segunda vez consecutiva, o piloto da Penske venceu a etapa brasileira da Indy, encerrada nesta segunda-feira, após o adiamento da prova neste domingo por conta do mau tempo no circuito do Anhembi, na zona norte da capital paulista. Em seguida, Graham Rahal cruzou na segunda posição, Ryan Briscoe foi o terceiro e Dario Franchitti finalizou na quarta colocação. Apesar de o tempo ter melhorado nesta segunda-feira, boa parte da prova foi disputada sob uma fina chuva.</p>
<p>Além de vencer a corrida, Power também comemorou a liderança do campeonato, com 168 pontos. O segundo colocado é Dario Franchitti, com 154, seguido por Oriol Servia, com 110. O brasileiro mais bem colocado é Tony Kanaan, na sexta posição, com 99. Vitor Meira é o 12o; Castroneves, o 17o.; Raphael Matos é o 18o e Bia Figueiredo é a 26a. colocada no geral.</p>
<p><strong>Brazucas não foram bem em SP</strong></p>
<p>Os brasileiros não se saíram bem na disputa no Anhembi. Vitor Meira foi o 17o, seguido por Helio Castroneves e Tony Kanaan, 21o e 22o, respectivamente. Raphael Matos e Bia Figueiredo abandonaram a corrida.</p>
<p>A próxima etapa da Indy será em Indianapolis, no dia 29 de maio, com transmissão da Band.</p>
<p><strong>Power elogia pista</strong></p>
<p>Satisfeito com o seu desempenho, Will Power, que tem se destacado nos circuitos mistos, disse que gosta muito de correr na pista em São Paulo:</p>
<p>&#8220;Eu gosto muito desse cricuito e foi feito um bom trabalho na pista&#8221;.</p>
<p>&#8220;Foi uma corrida excelente, com boas ultrapassagens. Foi realmente divertido&#8221;, comentou Power após levantar o troféu da prova.</p>
<p>Esta foi a segunda vitória de Power na temporada. Antes, ele venceu a segunda etapa da Indy, no Alabama. Após ser pole pela quarta vez no ano, ao largar na frente no domingo, o australiano também saiu na primeira colocação no reinício da corrida nesta segunda-feira. Ele chegou a ser ultrapassado na 26a. volta pelo japonês Takuma Sato, caiu para a oitava posição, mas se recuperou e conseguiu garantir a vitória.</p>
<p>A suíça Simona de Silvestro também foi premiada por ter feito a volta mais rápida, com o tempo de 1min39seg823. Ela, contudo, se envolveu em um acidente no domingo e terminou nesta segunda-feira nove voltas atrás de Power.</p>
<p><strong>Bia e Matos deixam a prova</strong></p>
<p>Em uma corrida que não foi muto boa para os brasileiros, Raphael Matos deixou a prova após tocar Graham Rahal. O piloto da AFS quebrou a asa dianteira e, como não havia outra disponível, teve que abandonar.</p>
<p>Bia Figueiredo, então melhor piloto do Brasil na prova, em 16º, passou por uma peça que caiu do carro de Matos, o que tirou a estabilidade da sua máquina.</p>
<p><strong>Confira a classificação final</strong></p>
<p>1º. Will Power (AUS/Penske), 2h00min51s<br />
2º. Graham Rahal (EUA/Ganassi), a 4s672<br />
3º. Ryan Briscoe (AUS/Penske), a 7s903<br />
4º. Dario Franchitti (ESC/Ganassi), a 10s147<br />
5º. Oriol Servià (ESP/Newman-Haas), a 15s818<br />
6º. Mike Conway (ING/Andretti Autosport), a 16s677<br />
7º. Justin Wilson (ING/Dreyer &#038; Reinbold), a 20s013<br />
8º. Takuma Sato (JAP/KV), a 23s068<br />
9º. James Hinchcliffe (CAN/Newman-Haas), a 25s292<br />
10º. JR Hildebrand (EUA/Panther), a 31s317<br />
11º. Sebastian Saavedra (COL/Conquest), a 36s426<br />
12º. Scott Dixon (NZL/Ganassi), a 42s197<br />
13º. Ernesto Viso (VEN/KV), a 45s826<br />
14º. Marco Andretti (EUA/Andretti Autosport), a 1min14s563<br />
15º. James Jakes (ING/Dale Coyne), a 1min16s278<br />
16º. Charlie Kimball (EUA/Ganassi), a 1 volta<br />
17º. Vitor Meira (BRA/Foyt), a 2 voltas<br />
18º. Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti Autosport), a 5 voltas<br />
19º. Alex Tagliani (CAN/Sam Schmidt), a 7 voltas<br />
20º. Simona de Silvestro (SUI/HVM), a 9 voltas<br />
21º. Hélio Castroneves (BRA/Penske), a 9 voltas<br />
22º. Tony Kanaan (BRA/KV), a 9 voltas<br />
23º. Danica Patrick (EUA/Andretti Autosport), a 9 voltas<br />
24º. Bia Figueiredo (BRA/Dreyer &#038; Reinbold), abandonou<br />
25º. Raphael Matos (BRA/AFS), abandonou</p>
<p>Fonte: EBand | <a href="http://www.band.com.br/esporte/formula-indy/conteudo.asp?ID=100000427004">www.band.com.br</a></p>
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		<title>Oportunidades que Nascem das Ameaças</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 17:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Esportivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Cruz Quando você pensa no sucesso em vendas, ou seja, na obtenção de bons resultados a partir de suas ações, está mais acostumado a mensurá-lo no curto, médio ou longo prazo? Por conta do ritmo que a sociedade impôs à maioria das pessoas, passamos a considerar que tudo deve ser feito no menor espaço [...]]]></description>
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<p>Carlos Cruz</p>
<p>Quando você pensa no sucesso em vendas, ou seja, na obtenção de bons resultados a partir de suas ações, está mais acostumado a mensurá-lo no curto, médio ou longo prazo?</p>
<p>Por conta do ritmo que a sociedade impôs à maioria das pessoas, passamos a considerar que tudo deve ser feito no menor espaço de tempo possível.</p>
<p>Isso acontece principalmente com os profissionais de vendas que querem vender no menor espaço de tempo para aumentar seus ganhos.</p>
<p>Vivemos em um grande imediatismo e isso pode impedir que você veja como algumas das dificuldades em curto prazo podem se tornar ótimas oportunidades com o passar do tempo.</p>
<p>Reflita sobre a seguinte questão: Será que as ameaças que enfrento no presente não podem ser transformadas em grandes possibilidades de vendas? O que me faz ficar tão preso às dificuldades momentâneas, aos nãos que ouço freqüentemente, sendo que as minhas ações podem moldar um futuro mais próspero? Não devemos ficar acuados frente a situações desarmônicas, por mais que elas se mostrem ruins. Os ponteiros do relógio não vão parar e se você tiver a consciência necessária para ter atitudes otimistas e criar planos de ação, com certeza poderá usar dessas situações para impulsionar o seu crescimento.</p>
<p>Para ilustrar como podemos transformar ameaças em oportunidades vale lembrar o fenômeno do atletismo nos últimos Jogos Olímpicos, o corredor Usain Bolt. Muito se comentou dos recordes quebrados e das vantagens que ele obteve ao final de cada corrida, mas poucos se atentaram ao fato de que na hora do arranque, ou seja, no curto prazo, Bolt teve desvantagens em relação aos adversários por conta de sua altura, superior a dos demais. Mas por ter estudado suas características e se preparado seriamente, o jamaicano consegue transformar essa ameaça inicial em um grande diferencial, que o leva a alcançar resultados surpreendentes.</p>
<p>Em média, Bolt deu sete passadas a menos que seus adversários, chegando até 20 metros à frente. Com isso podemos ver que o mesmo fator que o deixou mais devagar no início, a altura, pôde levá-lo à vitória em um momento posterior. O que devemos guardar desse exemplo? A resposta é simples: temos potencial, talentos e oportunidades que podem nos levar ao sucesso, mesmo que no início de determinados caminhos encontremos dificuldades. O importante é pensar nas ações que o nosso “eu do futuro” diria para termos hoje. Para isso, busque o autoconhecimento e lembre-se: de nada adianta pensar, sonhar, sem agir. Pague o preço, pois vale a pena! Mãos à obra!</p>
<p>Fonte: Carlos Cruz | <a href="http://www.carloscruz.com.br/crescimento_artigos_20.htm">www.carloscruz.com.br/</a></p>
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		<title>O retorno do investimento no marketing esportivo.</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 17:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Esportivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mundo do Marketing O retorno sobre investimento (ROI) de qualquer segmento é difícil de mensurar para diversas empresas e é cada vez maior o interesse em modelos e estratégias que mostrem na prática estes resultados. No caso dos patrocínios esportivos, esta mensuração pode ser interpretada de diversas formas, o que fez com que Paul Pednault, [...]]]></description>
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<p>Mundo do Marketing</p>
<p>O retorno sobre investimento (ROI) de qualquer segmento é difícil de mensurar para diversas empresas e é cada vez maior o interesse em modelos e estratégias que mostrem na prática estes resultados.</p>
<p>No caso dos patrocínios esportivos, esta mensuração pode ser interpretada de diversas formas, o que fez com que Paul Pednault, presidente da Sponsorium International, desenvolvesse a avaliação de retorno sobre objetivos (ROO).</p>
<p>Visto como uma via mais curta para mensurar o retorno gerado por uma ação de patrocínio, o ROO integra o ROI, segundo o presidente da Sponsorium. Prestar a atenção na intuição, testar a química existente em uma equipe e a criatividade ao negociar são alguns dos ingredientes para alcançar um bom retorno sobre os objetivos.</p>
<p>Além disso, o executivo afirma que ter algumas qualificações para avaliar as propostas de patrocínio é uma das principais aptidões que fará a grande diferença no resultado. O patrocínio é apontado por Pednault como a mídia do futuro e a razão para investir nesta ferramenta é a grande visibilidade e o vínculo com marcas relevantes para o público-alvo. Marcas ganham cada vez mais visibilidade através do esporte</p>
<p>Método de retorno sobre objetivos</p>
<p>Lutar pela verba e trabalhar duro para obtê-la já é comum para quem trabalha com patrocínio no esporte e a tarefa se torna mais fácil quando todos os envolvidos se unem com o mesmo objetivo.</p>
<p>A marca patrocinadora deve entender que ela está trabalhando com a comunidade e também com acionistas que querem saber em que área o investimento está trazendo retorno.</p>
<p>Porém, a metodologia usada pela Sponsorium International diz que o ROI é um dos objetivos da empresa que podem ser mensurados. “Temos que saber se temos uma boa meta e se estamos focados no nosso público. Nem sempre é possível saber o ROI, mas sim o ROO, que é mais simplificado”, diz Pednault.</p>
<p>De acordo com ele, falta inteligência de mercado em alguns casos. As guerras para obter verba e brigas internas pelo orçamento são algumas delas. “Para manter o orçamento é necessário saber como examinar as despesas previstas e como orientar seu patrocínio através de uma lista de objetivos que deverão ser pontuados e classificados por importância”, afirma.</p>
<p>Redirecionando os objetivos</p>
<p>Normalmente após um evento importante a marca patrocinadora recebe diversos relatórios que darão origem a uma pesquisa de mercado que supostamente irá provar o retorno gerado. Desta forma as empresas perdem tempo e dinheiro porque, segundo Pednault, elas iniciam o processo pelo fim.</p>
<p>“É preciso mudar esta forma de trabalhar e passarmos a medir todas as propostas com objetivos precisos. Para avaliar, é preciso equilíbrio porque alguns itens têm um peso maior, enquanto grandes eventos vão gerar mais impactos do que a média”, conta o fundador da empresa especializada em ROI. “As pessoas que seguiram esta metodologia aumentaram o valor da sua carteira sem o aumento do orçamento”, diz.</p>
<p>Tão importante quanto a definição dos objetivos e a avaliação dos itens mais ativos para gerar benchmark em uma ação de patrocínio, é saber o número de pessoas que vão freqüentar o evento e fidelizar o cliente.</p>
<p>“Nessa hora deve haver integração entre campanhas de apoio ao evento, brindes relevantes, envolvimento dos canais de distribuição, presença de um atleta ou celebridade”, ensina Pednault.</p>
<p>Para padronizar a distribuição de custos de um patrocínio de forma justa, o executivo exemplifica: “Para convidar clientes para uma sala VIP, todos os setores têm que se enquadrar a um conjunto de objetivos e critérios desenvolvidos pela empresa”, conclui.</p>
<p>Fonte: Mundo do Marketing | <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/8,6417,especial-marketing-esportivo-retorno-do-investimento-em-patrocinio-da-lugar-a-retorno-sobre-objetivo.htm">www.mundodomarketing.com.br</a></p>
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		<title>Definições e Conceitos</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2009/06/24/definicoes-e-conceitos/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 16:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Esportivo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Marketing Esportivo é uma ferramenta utilizada para comunicar-se com clientes, prospects, colaboradores e comunidade. Tem o esporte, como forma de contato com o target e, portanto, é ligado diretamente à emoção, à paixão. Esse é o grande diferencial com relação às demais ferramentas de comunicação. Utilizado de forma precisa, o Marketing Esportivo agrega força [...]]]></description>
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		</div>
<p>O Marketing Esportivo é uma ferramenta utilizada para comunicar-se com clientes, prospects, colaboradores e comunidade. Tem o esporte, como forma de contato com o target e, portanto, é ligado diretamente à emoção, à paixão.</p>
<p>Esse é o grande diferencial com relação às demais ferramentas de comunicação. Utilizado de forma precisa, o Marketing Esportivo agrega força à marca ou à empresa por meio do simbolismo com os valores do esporte, como superação, trabalho em equipe e liderança, inerentes também ao sucesso na vida corporativa e às características de cada corporação. Sendo assim, empresas de tecnologia buscam se associar ao automobilismo e empresas cujos produtos são de luxo, a esportes como tênis e golfe, por exemplo.</p>
<p>O marketing esportivo tem, como vantagem, o fato de impactar um consumidor relaxado, em meio ao programa e não nos intervalos. Dessa forma, a empresa que faz uso dessa estratégia de comunicação é percebida, não como uma anunciante, mas sim como uma parceira, que permite com que os campeonatos ou times patrocinados possam ter sucesso e continuidade. Mais do que isso, ainda há uma lealdade muito maior a empresas que detém esta imagem. Por exemplo, na Nascar, categoria do automobilismo americano, há uma lealdade de 72% aos patrocinadores. Ou seja, 72% dos fãs da categoria assumem comprar um produto de um patrocinador em detrimento a um não-patrocinador.</p>
<p>Além de ser uma forma de comunicação saudável, envolve sentimentos de uma grandeza insuperável que só o esporte pode oferecer. Adrenalina, alegria, conquista, vibração e emoção são alguns dos elementos que fazem da atividade um misto de aventura e poder.<br />
Não se pode esquecer o papel dos ídolos, que, nesse processo, são os verdadeiros porta-vozes do mercado, com suas mensagens traduzidas em forma de talentos esportivos.</p>
<p>Eventos como os Jogos Olímpicos, Copa do Mundo e Superbowl, que atraem bilhões de espectadores ao redor do mundo, são bons exemplos de como o esporte surge como uma excelente forma, diferenciada, de atingir objetivos de marketing propostos pelas empresas. Esporte produz entretenimento, produz paixão. Mas é uma indústria e deve ser administrada como um negócio.</p>
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		<item>
		<title>Objetivos</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2009/06/24/objetivos/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 16:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Esportivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Objetivos do marketing esportivo 1. Fortalecimento da marca (produto ou empresa) 2. Fortalecimento da imagem (produto ou empresa) 3. Retorno de mídia espontânea 4. Fator de agregação à marca 5. Conquista de mercado 6. Excelente ferramenta de comunicação 7. Aumento do reconhecimento público 8. Rejuvenescimento da imagem da empresa 9. Exposição da marca na imprensa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Objetivos do marketing esportivo</p>
<p>1. Fortalecimento da marca (produto ou empresa)</p>
<p>2. Fortalecimento da imagem (produto ou empresa)</p>
<p>3. Retorno de mídia espontânea</p>
<p>4. Fator de agregação à marca</p>
<p>5. Conquista de mercado</p>
<p>6. Excelente ferramenta de comunicação</p>
<p>7. Aumento do reconhecimento público</p>
<p>8. Rejuvenescimento da imagem da empresa</p>
<p>9. Exposição da marca na imprensa e em diferentes mídias</p>
<p>10. Reforço da imagem corporativa</p>
<p>11. Simpatia junto ao público e mídia</p>
<p>12. Envolvimento da empresa com a comunidade</p>
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		<item>
		<title>Ronaldo gera lucros fenomenais aos patrocinadores e ao Corinthians</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2009/05/13/ronaldo_gera_/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 13:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Esportivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Portal EXAME &#124; 03.05.2009 Márcio Juliboni e João Sandrini A final do Campeonato Paulista de 2009 pode ser contada como uma história de muitos retornos. O retorno do Corinthians ao panteão das grandes equipes brasileiras, após desesperar a fanática torcida com o rebaixamento para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro em 2007. O retorno triunfal [...]]]></description>
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<p>Portal EXAME | 03.05.2009</p>
<p>Márcio Juliboni e João Sandrini</p>
<p>A final do Campeonato Paulista de 2009 pode ser contada como uma história de muitos retornos. O retorno do Corinthians ao panteão das grandes equipes brasileiras, após desesperar a fanática torcida com o rebaixamento para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro em 2007. O retorno triunfal de Ronaldo aos gramados, depois de meses de ostracismo, escândalos e até especulações sobre o fim de sua carreira. E o retorno milionário para as empresas que apostam no Fenômeno como um trunfo de marketing e para o clube em que atua. Apostar em Ronaldo não é barato. No ranking dos jogadores com maiores salários no Brasil, Ronaldo é campeão por um placar dilatado. Além disso, seus principais contratos de patrocínio pessoal mantiveram os valores praticados quando ainda atuava na Europa &#8211; onde o consumo é muito maior. Mas a capacidade de atrair a atenção da mídia e de alavancar a audiência dos jogos e dos programas em que aparece tornam o jogador um craque também de vendas, capaz de pagar com juros cada centavo que seus patrocinadores investem nele.</p>
<p> Sua imagem alavanca a procura por produtos tão diversos quanto chuteiras no Brasil e cosméticos na Suíça. Há dois tipos de empresas que gravitam na órbita do jogador: aquelas que o patrocinam diretamente e as que se beneficiam por apoiar os clubes em que Ronaldo joga. Atualmente, por meio de seu grupo, o R9, Ronaldo mantém contratos com três companhias. O mais recente foi assinado em 2007 com a multinacional suíça Lato, do ramo farmacêutico e de cosméticos. O acordo torna Ronaldo seu garoto-propaganda na Europa até dezembro deste ano.</p>
<p>Já a Ambev mantém um vínculo bem mais antigo com o jogador. O contrato foi assinado em setembro de 1994, quando Ronaldo estourou no futebol ao conduzir o Cruzeiro à conquista do Campeonato Mineiro daquele ano. Com 23 gols, ele também foi o artilheiro da competição. O acordo baseia-se em uma cota de diárias que a Ambev tem com o jogador a cada ano. Essas diárias podem ser usadas para a promoção de um produto ou um evento, por exemplo, como quando Ronaldo praticamente parou a Guatemala, em 2003, ao comparecer à inauguração de uma fábrica da Ambev no país. O apelo do atacante era tanto que, em apenas três meses, a empresa já possuía 40% do mercado local de cervejas.</p>
<p>&#8220;Brasileiro batalhador&#8221;</p>
<p> &#8220;Temos um relacionamento muito forte com a empresa, e queremos dar continuidade a isso&#8221;, afirma Fabiano Farah, diretor-executivo do grupo R9. Desde abril, o jogador está no ar em um filme publicitário da Brahma, na série &#8220;Brahmeiros&#8221;. A peça destaca a capacidade de Ronaldo superar seus problemas, como as sérias lesões no joelho que o afastaram do futebol por dois anos, e a recente ameaça de ver sua carreira interrompida após o fim do contrato com o Milan, quando as aparições públicas mostravam um Ronaldo bastante fora de forma. &#8220;Queremos trazer exemplos de brasileiros batalhadores, que caem, levantam e seguem em busca de seu sonho&#8221;, diz o diretor de Marketing da Brahma, Marcel Marcondes.</p>
<p>E este é, hoje, o lado da personalidade de Ronaldo com o qual os brasileiros mais se identificam. &#8220;Sua imagem é de um rapaz pobre que obteve muito sucesso, teve problemas sérios e se superou. E que você pode imitar&#8221;, afirma o professor Claudinei Santos, coordenador do Núcleo de Estudos de Negócios em Esportes da Escola Superior de Propaganda e Marketing.</p>
<p>Quando se fala de Ronaldo, as cifras envolvidas sempre são milionárias. Marcondes não informa qual é o valor do contrato, mas o mercado avalia que a Ambev pague, por ano, 7,2 milhões de reais ao ídolo. O executivo também não revela quanto o investimento gera em retorno para a marca, mas mostra que a empresa está satisfeita. &#8220;Indiscutivelmente, o Ronaldo vende. Basta ver o que está vendendo de camisas do Corinthians&#8221;, despista, passando a bola para outra empresa.</p>
<p>Acima das expectativas</p>
<p>As camisas são produzidas pela Nike, que está duplamente feliz: ela é a fornecedora oficial do uniforme do Corinthians, e mantém um acordo em separado com o próprio jogador. A gigante americana de artigos esportivos é uma velha parceira de Ronaldo &#8211; o contrato foi fechado quando ele tinha apenas 18 anos. O acordo permite à empresa veicular peças com o jogador em todo o mundo. Ela também fornece suas chuteiras, em qualquer time que venha a atuar.</p>
<p>Fora dos campos, Ronaldo também promove a linha de roupas casuais da Nike. E, sim, quando ele parar de jogar, continuará a ser patrocinado por ela. Quando isso acontecer, Ronaldo será uma espécie de embaixador da marca, promovendo seus produtos mundo afora. &#8220;Ele passará a atuar como um ícone mundial&#8221;, diz Farah, da R9.</p>
<p>Quanto às camisas, é verdade: estão vendendo muito bem, obrigado. &#8220;Houve um aumento de mais de 50% na procura&#8221;, afirma David Grinberg, gerente de Comunicação da Nike Brasil. E com um detalhe: praticamente toda a demanda convergiu para a camisa número 9, a dele. &#8220;Superou todas as expectativas da empresa&#8221;, diz Grinberg.</p>
<p>Outro exemplo de como o jogador alavanca vendas vem da linha de calçados. Em 1998, quando ele já atuava pelo Internazionale de Milão &#8211; clube no qual ganhou o famoso apelido de &#8220;O Fenômeno&#8221; -, a Nike criou um novo estilo de chuteiras, batizada de Mercurial, e promovida por Ronaldo. O sucesso foi instantâneo. &#8220;Até hoje, é um dos estilos preferidos pelos jogadores&#8221;, afirma Grinberg.</p>
<p>Novamente, quando se falam em cifras, a marcação é cerrada. O executivo não forneceu os valores envolvidos nos contratos, mas o mercado calcula que a Nike pague cerca de 14 milhões de reais por ano ao jogador.</p>
<p>A última tabelinha</p>
<p>O desembarque de Ronaldo no Corinthians também foi uma grande triangulação inédita entre o jogador, o clube e os patrocinadores. Farah, da R9, prefere até mesmo chamá-lo de &#8220;fusão&#8221; das marcas Ronaldo e Corinthians. O atacante e o clube dividirão a receita de patrocínio gerada por sua chegada. Ronaldo receberá do clube um salário estimado em 300.000 reais por mês, ou 3,6 milhões de reais por ano. Para &#8220;completar&#8221; sua renda, o craque ficará com 80% dos 11 milhões de reais que a Bozzano e o Banco Panamericano pagarão neste ano para expor suas marcas nas mangas e nos calções da equipe, respectivamente. Isso eleva para 12,4 milhões de reais os ganhos do jogador &#8211; ou aproximadamente 4,3 milhões de euros por ano.</p>
<p>Para alguém que, até dezembro, estava desempregado e corria o risco de sair do mercado, é um retorno e tanto. Para se ter uma idéia, no Real Madrid, quando estava em seu auge, havia sido eleito o melhor jogador do mundo e tinha no currículo a conquista da Copa de 2002, seu salário anual era de 6 milhões de euros &#8211; o mesmo que craques como o francês Zinedine Zidane.</p>
<p>O Fenômeno também foi a peça-chave para que o Corinthians acertasse, com a Batavo, o maior patrocínio já fechado na história do futebol brasileiro: 18 milhões de reais. Mas o faturamento do time e do jogador com patrocínios deve ser bem maior: 51 milhões de reais. O restante do dinheiro virá da venda dos calções e mangas (11 milhões de reais), do reajuste do contrato com a Nike para fornecimento de material (16 milhões de reais) e da renda com patrocínio avulso por jogo (2 milhões de reais no ano).</p>
<p>Além disso, Corinthians e Ronaldo ainda negociam a venda da parte da manga da camiseta para a rede de escolas de idiomas Wizard. O mercado estima que o patrocínio até dezembro custaria cerca de 4 milhões de reais. Nesse caso, o percentual que ficará para Ronaldo ainda não foi acertado com o Corinthians, mas deve ser inferior aos 80% fechados para o calção e para a parte da frente da manga.</p>
<p>Para se ter ideia do sucesso comercial do Corinthians com Ronaldo, basta lembrar que o São Paulo, campeão brasileiro de 2008, garantiu para 2009 uma receita com patrocínios inferior à metade do obtido pelo arqui-rival. O tricolor paulista levantou 22 milhões de reais com contratos com a LG &#8211; patrocinadora de sua camisa &#8211; e a Reebok &#8211; que lhe fornece material esportivo. A goleada do Corinthians em 2009 pode ser totalmente atribuída a Ronaldo porque, nos anos anteriores, os clubes ficavam praticamente empatados em receitas publicitárias.</p>
<p>Se os negócios do Corinthians forem comparados a outros clubes brasileiros, a &#8220;lavada&#8221; é ainda mais impressionante. A crise reduziu a verba de marketing de muitas grandes empresas &#8211; que cortaram investimentos no esporte. Com menor poder de barganha, clubes com torcidas enormes como o Flamengo e o Cruzeiro rejeitaram propostas bem inferiores às obtidas por rivais e ainda não fecharam o patrocínio a suas camisetas neste ano.</p>
<p>Maior goleador da história das Copas do Mundo, três vezes eleito o melhor jogador do planeta pela FIFA, artilheiro em vários dos campeonatos que disputou, cada vez que Ronaldo balança a rede, seu gol soa diferente. Para a torcida, é uma explosão de alegria e encantamento. Já para os patrocinadores, parece o tilintar das caixas-registradoras comemorando mais alguns milhões em vendas. Ao contrário do que costuma fazer em campo, abatendo os adversários com fortes arrancadas e belos gols, neste jogo Ronaldo também realiza a proeza de fazer com que todos ganhem.</p>
<p>Fonte: Revista Exame | <a href="http://www.revistaexame.com.br">www.revistaexame.com.br</a></p>
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