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	<title>Rock Star &#187; Inovação</title>
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	<description>Blog da Agência Rock Star</description>
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		<title>Inovação não é estratégia nem produto. É valor percebido</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 13:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Mundo do marketing O termo inovação em si quer dizer muito pouco. O que efetivamente é inovação? E realmente importam termos como “ruptura” ou “incremental”? Para quem efetivamente? Fique comigo até o final e prometo deixar claro o meu ponto de vista. Recentemente D. Norman, ex-designer da Apple, professor e grande formador de opinião, publicou [...]]]></description>
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<p>Mundo do marketing</p>
<p>O termo inovação em si quer dizer muito pouco. O que efetivamente é inovação? E realmente importam termos como “ruptura” ou “incremental”? Para quem efetivamente? Fique comigo até o final e prometo deixar claro o meu ponto de vista.</p>
<p>Recentemente D. Norman, ex-designer da Apple, professor e grande formador de opinião, publicou um artigo (e futuro livro) onde afirma que a Etnografia e outras pesquisas centradas no ser humano, elementos que formam um dos pilares do chamado <a href="http://projetosecreto.wordpress.com/design-thinking/">Design Thinking</a>, não funcionam sozinhos como alavanca para gerar inovações de ruptura.</p>
<p>Nesse mesmo artigo Norman cita que grandes invenções como o rádio, a TV e o avião não precisaram passar pelos clássicos e aclamados processos de inovação do Design para revolucionarem o mundo.</p>
<p>A crítica de Norman repercutiu pela web e foi reproduzida por alguns canais de prestígio no meio on-line e off-line, virando notícia em edição recente da revista Época Negócios. Mas é preciso ressaltar algo que parece ter escapado a percepção dos canais e especialistas que publicaram comentários sobre o artigo: Em nenhum momento o designer faz menção direta ao termo Design Thinking.</p>
<p>E o motivo de Norman não ter mencionado o Design Thinking em sua crítica se deve ao fato do mesmo estar baseado em três princípios e não apenas um, são eles: A Pesquisa Centrada no ser humano, a Co-Criação e a Prototipagem.</p>
<p>A pesquisa centrada no ser humano, essa sim citada por Norman, envolve entre outras, pesquisas as etnográficas e serve para construir um entendimento profundo sobre como as pessoas vivem e trabalham. Seus resultados colaboram para a criação de um mapa de desejos, aspirações e barreiras que age como plataforma base para guiar o desenvolvimento de novas soluções para que se encaixem melhor na vida das pessoas.</p>
<p>Mas é realmente nos próximos dois estágios, a Co-Criação e a Prototipagem, que o produto ou serviço ganha forma e vida. A Co-Criação é um processo de criação de soluções que inclui a participação de usuários finais e outras pessoas envolvidas direta ou indiretamente no uso e comercialização do produto ou serviço em questão. A Prototipagem de experiências é uma estratégia utilizada por grandes marcas para tornar tangível idéias ainda em estágios embrionários para que possam ser avaliadas com clareza e eliminadas ou melhoradas.<br />
A prototipagem do <a href="http://projetosecreto.wordpress.com/design-thinking/">Design Thinking</a> se difere da prototipagem industrial, pois tem seu foco na experiência de uso e no estimulo de geração de idéias.</p>
<p>Devido a imprevisibilidade dessas etapas não é possível realmente afirmar que “o Design Thinking não serve para criar inovações de ruptura”. Não há limites para o potencial de criação de uma equipe multidisciplinar que está sendo guiada pelo entendimento profundo do comportamento dos futuros usuários de um produto ou serviço. Um produto, ou serviço, não é inovador porque foi projetado com o intuito de ser inovador, mas passa a inovador quando as pessoas o adotam como relevante e dão a ele seus próprios significados.</p>
<p>O iPad não é uma inovação porque é bonito, high-tech ou tem ou não multitask. Ele é catapultado ao patamar de inovação quando uma senhora de 99 anos com problemas de vista se torna um membro ativo da comunidade digital graças à facilidade de uso e portabilidade do mesmo. (conheça aqui a história da D. Virgínia) A discussão “inovação de ruptura” ou “inovação incremental” é completamente irrelevante para a Dona Virgínia. Sua família que agora recebe email da vovó, e para todos os outros milhares de usuários que fizeram fila para comprar um dos 300.000 iPads vendidos no primeiro dia de lançamento.</p>
<p>Vale ainda registrar uma curta história. O rádio quando lançado se tratava de uma caixa gigante, que ocupava um espaço precioso em qualquer sala de estar e cuja programação se limitava a uma série de noticiários não muito melhores do que as dezenas de jornais impressos que poderiam ser facilmente adquiridos por qualquer cidadão da época. Ou seja, apesar de intrigante, a caixa falante era um mimo caro e irrelevante para a maioria da população. Foi somente após a advento da transmissão de eventos esportivos que o rádio ganhou relevância em larga escala e passou a ser considerado uma das maiores inovações de todos os tempos.</p>
<p>Considerando o contexto envolvendo desde a sua invenção até os movimentos adicionais que causaram a massificação de sua adoção, seria o rádio, como conhecemos, uma inovação de ruptura ou incremental? Isso importa?Se você ainda não está convencido faça essa pergunta para a próxima pessoa que você pegar ouvindo uma estação de rádio e observe sua reação. Outra forma de ver o dilema: Tente classificar a invenção do “modo de pausa maior” do limpador de pára-brisa do seu carro em alguma dessas duas categorias. “Ruptura” ou “Incremental”? E se você acha que a invenção da “pausa maior” não merece ser considerada uma inovação, experimente não usá-la e ficar oscilando entre ouvir o vidro do seu carro arranhando ou não ter visão nenhuma através de seu pára-brisa.</p>
<p>Inovação é valor percebido. E percebido muitas vezes por quem não tem idéia de sobre o que eu estou falando nos parágrafos acima. Marcas que desejam se manter inovando não devem focar em perseguir o esfumaçado termo Inovação, mas sim buscar relevância através de uma cultura de co-criação e constante experimentação. Você saberá que inovou ao ver a fila na porta.</p>
<p>Por Tennyson Pinheiro. Especialista em Design de Serviços e Branding e diretor da live|work no Brasil, tendo realizado projetos para marcas como Sony, Fiat, Virgin, Johnson &amp; Johnson,<a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/"> BBC</a> e <a href="http://www.experian.com/">Experian</a>.</p>
<p>Fonte: Mundo do marketing | <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/14092,artigos,inovacao-nao-e-estrategia-nem-produto.-e-valor-percebido.htm">www.mundodomarketing.com.br</a></p>
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		<title>Como aproveitar o otimismo de início de ano?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 16:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira 10 dicas para transformar o otimismo em bons resultados para os negócios O otimismo é uma das características mais marcantes do brasileiro. Mesmo em períodos de crise, o povo &#8211; tradicionalmente &#8211; se mostra confiante na melhora do país, o que ajuda a superar momentos difíceis. Para 2010, não poderia ser diferente. Um estudo [...]]]></description>
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<p>Confira 10 dicas para transformar o otimismo em bons resultados para os negócios</p>
<p>O otimismo é uma das características mais marcantes do brasileiro. Mesmo em períodos de crise, o povo &#8211; tradicionalmente &#8211; se mostra confiante na melhora do país, o que ajuda a superar momentos difíceis. Para 2010, não poderia ser diferente. Um estudo divulgado recentemente pela CNI/Ibope indica que 92% dos brasileiros acreditam que o ano será bom ou muito bom.</p>
<p>Essa confiança em 2010 também pode ser observada no mundo dos negócios, como revela uma pesquisa realizada pela KPMG, empresa internacional de consultoria. De acordo com o levantamento, os empresários brasileiros são os mais otimistas, entre mais de 11 mil organizações que responderam à pesquisa. Mas como aproveitar todo essa &#8220;energia&#8221; positiva em benefício de um negócio próprio, por exemplo?</p>
<p>Uma ação importante, para quem quer implementar um negócio já neste início de ano, é identificar quais áreas estarão em alta ao longo de 2010 e tentar explorar ao máximo esse nicho de mercado. A proximidade de eventos importantes no Brasil como Copa do Mundo e Eleições abrem grandes oportunidades.</p>
<p>Além da Copa e Eleições, que sem dúvida devem alavancar a economia do país e beneficiar os pequenos e médios empreendedores, há outra infinidade de oportunidades que deverão surgir. Poucas pessoas, no entanto, conseguem identificar os momentos oportunos, que surgem naquilo que alguns chamam de &#8220;tempo real&#8221;. O conceito de produto ou serviço pode ser bom, mas passado o momento certo, que garante o selo de inovador ao negócio estabelecido, a oportunidade de investimento viável deixa de existir. Para que um empreendedor aproveite uma ocasião, é necessário atitude para que seja explorada no tempo certo.</p>
<p>Investimento em tempo é essencial</p>
<p>Para enxergar uma boa oportunidade é preciso dedicar um tempo especialmente para pensar. E não se pode achar que o período gasto nessa avaliação mental foi desperdiçado, caso a oportunidade tenha sido recusada. Afinal de contas, esse investimento intelectual pode ter evitado uma perda de capital e nada impede que a ideia possa ser útil em alguma outra situação futura.</p>
<p>Portanto é preciso refletir. E para descobrir se um projeto pode se tornar de fato uma oportunidade real de negócio seguem algumas importantes perguntas que o empreendedor deve fazer a si mesmo e, com isso, aumentar suas chances de alcançar bons resultados.</p>
<p>1. Quais as principais forças e &#8220;vácuos competitivos&#8221; que criam esta oportunidade?</p>
<p>2. O que está por trás dessa oportunidade?</p>
<p>3. Quais as principais razões que conduzem a ela?</p>
<p>4. Por quanto tempo elas vão existir?</p>
<p>5. Para quem esta oportunidade será desejável?</p>
<p>6. Os valores pessoais e o estilo de vida do empreendedor têm um grande peso na definição de uma boa oportunidade. Qual seu estilo de vida? Ele é compatível com sua ideia de negócio?</p>
<p>7. Existe uma necessidade real para este produto ou serviço?</p>
<p>8. Consegue-se identificar os consumidores?</p>
<p>9. Pode-se atingi-los?</p>
<p>10. Eles ficarão realmente encantados e entusiasmados com o produto ou serviço?</p>
<p>Luiz Alberto Ferla (Administrador e engenheiro pós-graduado em planejamento estratégico, é CEO das empresas Talk Interactive &#8211; de relacionamento digital e Knowtec &#8211; inteligência competitiva. Também é co-autor do livro &#8220;Viagem ao Mundo do Empreendedorismo&#8221;)<br />
Fonte: HSM Online | http://<a href="http://br.hsmglobal.com/">br.hsmglobal.com/</a></p>
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		<title>As 5 inovações que mudarão as cidades</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 18:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[HSM]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[HSM Online Segundo a IBM, nos próximos cinco anos a tecnologia impactará em setores como saúde, transporte, segurança, energia e água. Veja mais detalhes sobre a 4ª edição da lista anual “IBM Next 5 in 5”. A IBM anunciou, no início deste ano, a nova edição da lista anual “IBM Next 5 in 5&#8243;, que [...]]]></description>
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<p>HSM Online</p>
<p>Segundo a IBM, nos próximos cinco anos a tecnologia impactará em setores como saúde, transporte, segurança, energia e água. Veja mais detalhes sobre a 4ª edição da lista anual “IBM Next 5 in 5”.</p>
<p>A IBM anunciou, no início deste ano, a nova edição da lista anual “IBM Next 5 in 5&#8243;, que em 2010 traz as cidades como foco. O mundo vive um processo de urbanização sem precedentes – estima-se que 60 milhões de pessoas mudam para os grandes centros a cada ano, cerca de um milhão por semana. No último ano, pela primeira vez na história, a maior parte da população mundial estava concentrada nas cidades. Especialistas estimam que a população mundial vá dobrar até 2050.</p>
<p>Para ajudar o mundo a se adaptar a esse crescimento veloz, com base em tendências de mercado e tecnologias emergentes de Laboratórios IBM do mundo inteiro, a companhia elaborou uma lista com cinco inovações que poderão impactar as cidades do mundo inteiro, nos próximos cinco anos. A 4ª edição do estudo aponta as transformações que podem ajudar a melhorar significativamente o destino dos grandes centros urbanos. São elas:</p>
<p>- Cidades terão sistemas imunológicos mais saudáveis – “A internet da saúde”;</p>
<p>- Construções urbanas serão capazes de responder como se fossem “organismos vivos”;</p>
<p>- Carros e ônibus urbanos vão operar sem combustível;</p>
<p>- Sistemas inteligentes atenderão à demanda das cidades por água e economizarão energia;</p>
<p>- Cidades “responderão” a uma crise mesmo antes de receber uma chamada de emergência.</p>
<p>“A IBM está atenta às mudanças pelas quais o mundo está passando e trabalha para antecipar tendências e propor soluções que economizem recursos e beneficiem a população mundial. Acreditamos que para construir um planeta sustentável, as cidades precisam ter infra-estruturas mais inteligentes e eficientes. E a tecnologia é ferramenta fundamental para isso”, reforça Cezar Taurion, gerente de Novas Tecnologias Aplicadas da IBM Brasil.</p>
<p>As cidades terão sistemas imunológicos mais saudáveis</p>
<p>Dada a sua densidade populacional, as cidades continuarão a ser foco de doenças transmissíveis. Mas, no futuro, autoridades de saúde saberão precisamente onde, quando e como as doenças estarão se espalhando – inclusive as áreas a serem afetadas. Cientistas oferecerão às autoridades municipais, hospitais, escolas e locais de trabalho as ferramentas necessárias a fim de aprimorar a detecção, monitoramento e prevenção de infecções como o vírus H1N1 ou gripes sazonais.</p>
<p>Veremos uma “Internet da saúde” emergir, onde informações médicas anônimas, contidas em registros de saúde eletrônicos, serão compartilhadas com segurança para impedir a disseminação de doenças e manter as pessoas saudáveis.  A IBM já trabalha com organizações do mundo inteiro como, por exemplo, o projeto de segurança e saúde global da Iniciativa de Ameaça Nuclear (NTI) e o Consórcio do Oriente Médio de Vigilância de Doenças Contagiosas (MECIDS) para padronizar métodos de compartilhamento de informações de saúde e análise de epidemias de doenças contagiosas.</p>
<p>Construções urbanas serão capazes de responder como se fossem “organismos vivos”</p>
<p>Como as pessoas migram para prédios urbanos a taxas recordes, as construções serão feitas de forma inteligente. Hoje, muitos dos sistemas que formam um prédio – aquecimento, água, esgoto, eletricidade etc – são gerenciados de forma independente. No futuro, a tecnologia que gerencia instalações irá operar como um organismo vivo capaz de perceber e responder rapidamente, de modo a proteger cidadãos, economizar recursos e reduzir emissões de carbono. Milhares de sensores dentro das construções irão monitorar desde o movimento e temperatura até umidade, ocupação e luz. O prédio não apenas coexistirá com a natureza – ele fará uso dela. Esse sistema permitirá reparos antes que alguma coisa quebre, com unidades de emergência respondendo rapidamente com os recursos necessários.</p>
<p>Além disso, consumidores e proprietários irão monitorar seu consumo de energia e emissão de carbono em tempo real, tomando medidas para reduzi-lo. Algumas construções já dão sinais de inteligência ao reduzir o uso de energia, melhorando a eficiência operacional e aprimorando o conforto e a segurança para os ocupantes. O Hotel China Hangzhou Dragon, por exemplo, escolheu a IBM para construir um sistema de gerenciamento de hotel inteligente, instrumentado tecnologicamente e interconectado.</p>
<p>Carros e ônibus urbanos vão operar sem combustível</p>
<p>Cada vez mais, carros e ônibus urbanos deixarão de depender de combustíveis fósseis. Os veículos começarão a utilizar novas baterias que serão recarregadas de acordo com a freqüência de uso. Cientistas e parceiros da IBM estão trabalhando para desenvolver baterias que tornarão possível para veículos elétricos viajarem até 800 Km com uma única carga.  Além disso, redes inteligentes em cidades podem permitir que carros sejam recarregados em locais públicos e usem energia renovável, como a eólica, para recargas, evitando a dependência de usinas a carvão. Isso reduzirá emissões e ainda minimizará a poluição sonora. A IBM e o consórcio de pesquisa EDISON, da Dinamarca, estão desenvolvendo uma infraestrutura inteligente para permitir a adoção em larga escala de veículos elétricos alimentados por energia sustentável.</p>
<p>Sistemas inteligentes atenderão à demanda das cidades por água e economizarão energia</p>
<p>As cidades perdem um volume alarmante de água – até 50% – devido à infraestruturas com vazamentos. Para piorar ainda mais a situação, a demanda humana por água deve crescer seis vezes ao longo dos próximos 50 anos – atualmente, uma em cada cinco pessoas não tem acesso à água potável.</p>
<p>Tecnologias avançadas de purificação ajudarão cidades a reciclar e reutilizar água localmente, reduzindo a energia usada para transportá-la em até 20%. Medidores e sensores inteligentes serão integrados em sistemas de água, energia e esgoto, fornecendo informações precisas e em tempo real sobre o consumo, permitindo tomar melhores decisões sobre como e quando usar esse recurso e evitar a contaminação de rios e lagos.</p>
<p>As cidades serão capazes de prever situações de emergência – “responderão” a uma crise mesmo antes de receber uma chamada de emergência</p>
<p>As cidades serão capazes de prever, reduzir e até impedir situações de emergência, como crimes e desastres. A IBM já atua junto a organizações policiais para analisar a informação correta no momento certo e assim permitir que tomem medidas proativas para evitar o crime. O Departamento de Combate a Incêndio da Cidade de Nova Iorque escolheu a IBM para construir um sistema para coleta e compartilhamento de dados em tempo real, a fim de evitar incêndios enquanto protege os bombeiros. A companhia também está desenvolvendo sistemas inteligentes de barragens para proteger cidades de inundações devastadoras.</p>
<p>Fonte:  HSM Online | <a href="http://br.hsmglobal.com/notas/56066-as-5-inovações-que-mudarão-as-cidades" target="_self">www.br.hsmglobal.com</a></p>
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