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	<title>Rock Star &#187; Consulting</title>
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	<description>Blog da Agência Rock Star</description>
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		<title>O que é empowerment e como ele funciona?</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Administradores Empowerment é uma ação da gestão estratégica que visa o melhor aproveitamento do capital humano nas organizações através da delegação de poder. Devemos entender este poder como sendo o resultado do compartilhamento de informações fundamentais sobre o negócio e seus projetos, da delegação de autonomia para a tomada de decisões, e da participação ativa [...]]]></description>
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<p>Administradores</p>
<p>Empowerment é uma ação da gestão estratégica que visa o melhor aproveitamento do capital humano nas organizações através da delegação de poder. Devemos entender este poder como sendo o resultado do compartilhamento de informações fundamentais sobre o negócio e seus projetos, da delegação de autonomia para a tomada de decisões, e da participação ativa dos colaboradores na gestão do negócio, assumindo responsabilidades e liderança de forma compartilhada.</p>
<p>A prática do empowerment é fundamental para libertar a empresa do vício da centralização das decisões, que a torna lenta e burocrática.</p>
<p>Com esta atitude a empresa descentraliza suas decisões e estabelece um estilo de gestão extremamente mais participativa, dando maior autonomia a seus colaboradores. As vantagens são maior motivação, maior satisfação das pessoas, maior agilidade e flexibilidade, portanto, maior potencial de competitividade.</p>
<p>Empowerment corresponde a uma relação que envolve poder e responsabilidade, como duas faces de uma mesma moeda.</p>
<p>Para promover o empowerment, não basta transferir verbalmente poder às pessoas; elas precisam ter reais condições de agir no pleno exercício da sua responsabilidade, desenvolvendo o que chamamos de &#8220;ownership&#8221;, ou seja, agirem como intraempreendedores e como se fossem &#8220;proprietárias&#8221; do negócio, pensando como empresários.</p>
<p>Para isso é necessário:</p>
<p>1. Um profundo compartilhamento das informações com todos os envolvidos. A informação é o objeto que destrói a incerteza. Ela é fundamental para a correta tomada de decisões. As equipes precisam estar informadas sobre lucros, budgets, market share, concorrência, produtividade, ameaças, desafios e oportunidades, etc. A Informação deve circular, de maneira clara, transparente e adaptada à condição e necessidade de cada equipe em particular. Algumas informações gerais para o bom entendimento do negócio e do cenário devem ser compartilhadas com todas as pessoas, outras mais restritas e sigilosas, apenas com as pessoas-chave.</p>
<p>2. A abertura para uma real autonomia dando às pessoas não somente as informações, mas o apoio e a liberdade necessária para agirem. É preciso confiar nestes profissionais e incentivá-los a liderar os processos em que estão envolvidos, e sob os quais assumiram responsabilidades. Uma cultura punitiva impede a autonomia; erros devem ser corrigidos, não punidos. A autonomia deve guiar-se pela visão, missão e valores da empresa, assim como por seus objetivos e metas, dentro do contexto dos sistemas e processos em vigor na organização. Essa clareza de visão, missão, objetivos, metas e processos permite que as pessoas &#8220;empoderadas&#8221; possam tomar decisões coerentes. É esta clareza que estabelece as fronteiras, ou seja, os limites, de autonomia.</p>
<p>3. Redução dos níveis hierárquicos e da burocracia que tornam as empresas lentas e rígidas. Através da prática de empowerment, equipes auto-gerenciadas podem atingir alta performance e buscar a excelência em níveis muito superiores aos de empresas centralizadoras.</p>
<p>Empowerment pode e deve ser aplicado em todos os níveis da organização. Ele permite que os gestores deleguem a solução de problemas a colaboradores que se sentem valorizados, motivados pela confiança, e isso aumenta sensivelmente o nível de comprometimento e de satisfação das pessoas no trabalho. Esta prática desperta o que há de melhor nas pessoas e em seus líderes e estimula o aparecimento e a formação de novos líderes.</p>
<p>Na ausência de empowerment, o comprometimento nunca será máximo, as equipes jamais atingirão alta performance e as lideranças jamais serão efetivas.</p>
<p>Em muitas empresas, o processo de implantação do empowerment é prejudicado por gerentes e gestores temerosos de perderem sua importância, status e poder. Isso é uma grave miopia porque as equipes e líderes continuarão necessitando de uma administração competente e atuante. A necessidade de administração é constante. O equilíbrio das atribuições e suas interdependências mudam com o empowerment, mas estão longe de desaparecer por sua causa.</p>
<p>A adoção do empowerment demonstra um amadurecimento da cultura organizacional, independentemente do tamanho da empresa. Ele favorece a autorrealização das pessoas e é um dos grandes atrativos para reter os melhores talentos, já que estes não desejam trabalhar em empresas onde não possam atuar com autonomia e possibilidades de construir uma carreira de sucesso!</p>
<p>Empresas que pretendem aprender e agir mais rápido que seus concorrentes precisam aprender a delegar autonomia a seus talentos. A centralização é um risco muito elevado à sustentabilidade dos negócios. Sucesso é um esporte coletivo. Ninguém quer fazer parte de um time onde não se pode jogar, mostrar seu valor e fazer a diferença.</p>
<p>Um dos maiores erros em organizações consiste em tolher a autonomia das pessoas. É preciso acreditar em nossos talentos e deixá-los sentir a motivação e o prazer de ajudarem a construir o sucesso dos negócios. Empresas que delegam autonomia a seus colaboradores fazem com que eles se sintam co-autores do sucesso, elevam sua autoestima e, com ela, a lucratividade dos negócios.</p>
<p>Mantenha sua empresa aprendendo constantemente, dedique-se a treinamento e capacitação constante. O medo de investir nas pessoas alegando que elas possam deixar o negócio deve ser superado pela certeza de que se não as capacitarmos e elas continuarem trabalhando conosco, o custo será incrivelmente maior! Quem não investe em seu negócio e em seus colaboradores, investe na concorrência&#8230;</p>
<p>Acredite nas pessoas, invista nas pessoas, elas são o seu negócio, o restante é só cenário!</p>
<p>Carlos Hilsdorf</p>
<p>Considerado pelo mercado empresarial um dos 10 melhores palestrantes do Brasil. Economista, Pós-Graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero. Presença constante nos principais Congressos e Fóruns de Administração, RH, Liderança, Marketing e Vendas do país e da América Latina. Referência nacional em desenvolvimento humano.</p>
<p>Para maiores informações, visite: <a href="http://www.carloshilsdorf.com.br/">www.carloshilsdorf.com.br</a></p>
<p>TWITTER: <a href="http://www.twitter.com/carloshilsdorf">www.twitter.com/carloshilsdorf</a></p>
<p>Fonte: Administradores | <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-que-e-empowerment-e-como-ele-funciona/46403/">www.administradores.com.br</a></p>
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		<title>A Importância Da Percepção Humana</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/07/15/a-importancia-da-percepcao-humana/</link>
		<comments>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/07/15/a-importancia-da-percepcao-humana/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 13:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
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		<category><![CDATA[A Importância Da Percepção Humana]]></category>
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		<description><![CDATA[RH Portal Percepção “é o processo pelo qual as pessoas tomam conhecimento de si, dos outros e do mundo à sua volta”. O processo perceptivo é uma ferramenta fundamental nos relacionamentos, pois aguça a interpretação de sinais interiores e exteriores. Provoca reflexões críticas gerando nas pessoas a necessidade de reavaliarem suas próprias crenças como mecanismo [...]]]></description>
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<p>RH Portal</p>
<p>Percepção “é o processo pelo qual as pessoas tomam conhecimento de si, dos outros e do mundo à sua volta”.</p>
<p>O processo perceptivo é uma ferramenta fundamental nos relacionamentos, pois aguça a interpretação de sinais interiores e exteriores.</p>
<p>Provoca reflexões críticas gerando nas pessoas a necessidade de reavaliarem suas próprias crenças como mecanismo de preservação da qualidade de vida e da sua identidade humana.</p>
<p>Mas para tanto é imprescindível o investimento no autoconhecimento e no relacionamento interpessoal – incluindo a família, os amigos, chefes e colegas, pois esse processo gera uma avalanche que “desaba” sobre o ambiente organizacional e repercute na relação de emprego. Na maioria das vezes, as pessoas só se dão conta dessa avalanche – que ocorre a sua volta – quando já estão sendo esmagadas por ela.</p>
<p>A importância do autoconhecimento torna-se evidente quando as pessoas relacionam-se entre si, abrangendo situações prazerosas e conflitantes.</p>
<p>Em um enfoque amplo e atual, prazer e conflito estão presentes diariamente nas relações de trabalho. Sejam nas trocas mútuas para fazer e receber críticas construtivas, saudáveis na formação de equipes autogerenciáveis; ou no comportamento alienado que induz à busca de recompensas financeiras, bloqueando a visão sistêmica e promovendo a competição antiética.</p>
<p>A percepção da sua relação de trabalho poderá advir da (re)avaliação do contrato psicológico que “assinamos” no início do relacionamento.</p>
<p>Ele nos remete a problemas morais, relativos à prática e a cada situação específica, podendo afetar apenas a si mesmo ou a muitas pessoas. No entanto, estabelecer o que as pessoas devem fazer numa determinada situação para ser considerado positivo é um problema moral.</p>
<p>O assédio moral numa organização se manifesta em diferentes situações, a maioria delas envolve ruídos de comunicação: desqualificação do empregado por meio de comunicação não-verbal; recusa à comunicação direta; isolamento, fortalecendo a crença de que todos estão contra ele; assédio sexual, que é outra forma de perseguição moral.</p>
<p>Os mecanismos de influência externa utilizados para exercer o controle dessas ocorrências são Códigos e Regulamentos Administrativos que regem a conduta de empregados da iniciativa privada e servidores públicos; e os de influência interna para resolução dos conflitos interpessoais são as ações e atitudes tomadas pelos líderes.</p>
<p>Por Patricia Ribeiro. Economista. Especialista em Administração de Recursos Humanos.</p>
<p>Fonte: RH Portal | <a href="http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=yxjhfmiaw">www.rhportal.com.br</a></p>
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		<title>Marketing Pessoal X Superexposição</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/07/07/marketing-pessoal-x-superexposicao/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigonal Você realmente sabe o que é Marketing Pessoal? Ainda tem muita gente que por aí confundindo marketing pessoal com superexposição. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, como diria uma amiga minha. E veja que são coisas bem distintas, mas, acredite se quiser, tem profissional que confunde tudo. Deve ter [...]]]></description>
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<p>Artigonal</p>
<p>Você realmente sabe o que é Marketing Pessoal? Ainda tem muita gente que por aí confundindo marketing pessoal com superexposição. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, como diria uma amiga minha.</p>
<p>E veja que são coisas bem distintas, mas, acredite se quiser, tem profissional que confunde tudo. Deve ter lido em algum lugar ou escutado algum consultor ou amigo dizendo que tem de se promover e pronto: catástrofe. Cria-se mais um monstro da superexposição.</p>
<p>Para colocarmos as coisas em ordem, vale lembrar que marketing pessoal é uma ferramenta para o gerenciamento da imagem pessoal e profissional. Serve para melhorar a imagem que as pessoas têm a respeito de alguém, por exemplo.</p>
<p>No trabalho o marketing pessoal pode ser utilizado como forma de valorização das atividades que um indivíduo executa. Ele faz, ele divulga. Ele cria um projeto, ele apresenta. Obviamente que estes exemplos são apenas uma vaga idéia do potencial que está por trás das diversas técnicas que esta ferramenta proporciona.</p>
<p>O fato é que algumas pessoas exageram na dose e acham que estão fazendo marketing pessoal. É como o bêbado social: enche a paciência de todo mundo com aquelas piadinhas sem graça e acredita que está agradando. A todo instante “querem aparecer” e isso mais atrapalha do que ajuda.</p>
<p>Uma das premissas do marketing pessoal é justamente saber dosar a exposição.</p>
<p>De menos, você não será lembrado. Aquela vaga tão sonhada ou a promoção que estava por vir, não chegará. É preciso que as pessoas realmente saibam do seu potencial, das suas qualidades e qualificações. Ninguém quer ou vai adivinhar, é preciso mostrar. Para isso é necessário criar estratégias de exposição. Saber estar nos lugares certos, participar dos eventos e reuniões mais estratégicos e, mais do que tudo, agir naturalmente.</p>
<p>Agora, quando a exposição é demasiada cria-se um outro problema: o “mala”. Com tudo que tem direito: sem alça, sem rodinhas, pesada e velha. Ninguém agüenta! Sabe aquele cidadão que quando chega na rodinha do café todo mundo vai embora porque lembrou de alguma coisa pra fazer?</p>
<p>Na verdade, todos estavam é querendo fugir daquela pessoa chata que só conta vantagem, só fala de si mesmo, que olha para o próprio umbigo o tempo todo.</p>
<p>Mesmo quando não há a oportunidade para falar ele resolve abrir a boca.</p>
<p>Para não ser taxado de mala é preciso tomar alguns cuidados. O primeiro é fazer uma auto-análise profunda. Muitas vezes isso não é possível sozinho, pois a tendência é não enxergar o que faz de errado. Se for o caso pergunte para um amigo próximo, uma pessoa de confiança ou a ajuda de um profissional, um consultor de imagem. Avalie como está sua exposição. Faça o teste da rodinha do café.</p>
<p>Em segundo lugar tenha em mente que cuidar da imagem pessoal é preciso observar.</p>
<p>Veja aquelas pessoas que são bem sucedidas. O que elas fazem? Como se comportam? Converse com elas, sinta o que elas transmitem a você. Nunca copie, mas aprenda com elas.</p>
<p>E por último esteja aberto para as críticas. Ouça, reflita, filtre e mude sempre que necessário. Vivemos um mundo de intensa transformação. Precisamos nos adaptar às mudanças do mundo ou ficamos para trás. Transforme-se, seja melhor para si mesmo. Cuide da sua imagem, da sua exposição e faça o marketing pessoal correto. Sucesso!</p>
<p>Fonte: Artigonal | <a href="http://www.artigonal.com/recursos-humanos-artigos/marketing-pessoal-x-superexposicao-394417.html">www.artigonal.com</a></p>
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		<title>Por favor, colega</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gestão de Carreira Ambientes de trabalho onde circulam por todos os cantos os ares da educação, da gentileza, do respeito às diferenças precisam ser estimulados. Acontece que iniciativas nesse sentido vêm, muitas vezes, de cima para baixo, quando a empresa “decide” que os colaboradores deverão ser simpáticos e assim trabalharem de bom humor. “Baixo astral [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p>Gestão de Carreira</p>
<p>Ambientes de trabalho onde circulam por todos os cantos os ares da educação, da gentileza, do respeito às diferenças precisam ser estimulados. Acontece que iniciativas nesse sentido vêm, muitas vezes, de cima para baixo, quando a empresa “decide” que os colaboradores deverão ser simpáticos e assim trabalharem de bom humor.</p>
<p>“Baixo astral e mau humor não têm lugar aqui” comentou enfurecido o gerente.</p>
<p>Nesse caso, o exemplo da liderança pode não mobilizar o bom humor, tornando,ao contrário, o ambiente pesado. Além disso, o estímulo à acirrada competição interna,<br />
- acredito que a pior concorrência está dentro e não fora das empresas, tem levado alguns a se tratarem mal no trabalho, tornando o seu próprio cotidiano um inferno.</p>
<p>Chegar de “cara feia” para trabalhar é munição para um dia inteiro de guerrinhas internas e de outras tantas “caras feias”. O sentimento é contagiante. Acessos de riso e de estupidez podem se multiplicar rapidamente e contaminar todo o ambiente.</p>
<p>É evidente que quem tem prazer naquilo que faze, por exemplo, trabalha em contato com o público e gosta de pessoas, terá vantagem sobre outros que estão ao lado, olhando o relógio e não vendo os ponteiros se mexerem.</p>
<p>Assim, a pergunta é: como é possível mudar o clima no trabalho? Bem, se o baixo astral vem do líder, as coisas ficam um pouco complicadas, pois a pressão é maior.</p>
<p>Porém, quando o clima entre os colegas está tenso, com muitas tarefas para serem feitas, pouca gente para executá-las, é preciso dar uma boa respirada, quem sabe uma volta na quadra, telefonar para um amigo engraçado, sempre tem um, procurar um colega para rir da própria desgraça, enfim, tentar ultrapassar as nuvens pretas e ver o sol de novo.</p>
<p>O ambiente pesado torna as coisas mais difíceis. Vivemos uma crise de “isso não é comigo”, de “estou fazendo a minha parte, o outro que se dane”, que acabamos reduzidos a uma visão de mundo do tamanho do nosso umbigo.</p>
<p>Um pouco pequena, não é mesmo? Além disso, a escassez de expressões como “desculpe”, “obrigada”, “posso lhe ajudar?”, “conta comigo”, “parabéns”, “que bom que você conseguiu”, andam escassas. Segurar a porta do elevador e deixar passar na frente é uma atitude desconhecida para muitos. Imagine, então, atender ao telefone do colega que está tocando na mesa ao lado? “Nem pensar, tenho mais o que fazer” é o que muitos pensam.</p>
<p>“Quebrar um galho”, substituir uma folga, dar um recado, esperar para almoçar juntos, apagar a luz ao sair, fechar a torneira enquanto faz a barba ou lava os dentes, carregar os pacotes para a irmã ou esperar de bom humor, um amigo que se atrasou são, hoje em dia, atitudes de respeito e de cordialidade oriundas daqueles que são pós doutores em educação.</p>
<p>Uma elite no mercado onde tirar vantagem, enganar, fazer de conta que não viu são estratégias imprescindíveis para conquistar objetivos profissionais propostos.</p>
<p>No entanto, sabe-se que o bom humor, a gentileza e a solidariedade formam um equilibrado tripé para aqueles que desejam se manter no mercado. A armadilha é que a educação que cada vez menos se encontra, aparece como um valor de muita liquidez no mundo dos profissionais e das empresas que pretendem competir daqui para frente.</p>
<p>Por Dulce Ribeiro</p>
<p>Fonte: Gestão de Carreira | <a href="http://www.gestaodecarreira.com.br/coaching/clima-organizacional/por-favor-colega.html">www.gestaodecarreira.com.br</a></p>
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		<title>Treinamento dá Resultado?</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/06/21/treinamento-da-resultado/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 11:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Coach]]></category>
		<category><![CDATA[Consulting]]></category>
		<category><![CDATA[Então]]></category>
		<category><![CDATA[Gilclér Regina]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[por que treinar motivação?]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento dá Resultado?]]></category>

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		<description><![CDATA[Gilclér Regina O que muita gente questiona é o seguinte: Se eu treinar o funcionário e depois ele for embora? A resposta mais simples e prática que tenho dado é esta: Muito pior será se você não treiná-lo e ele ficar. Então, por que treinar motivação? Isso existe? Ora, a motivação é como um banho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Gilclér Regina</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rstar.com.br/blogstar/wp-content/uploads/2010/06/sleep-learning.jpg"><img class="size-full wp-image-2172 aligncenter" title="sleep-learning" src="http://www.rstar.com.br/blogstar/wp-content/uploads/2010/06/sleep-learning.jpg" alt="sleep-learning" width="450" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O que muita gente questiona é o seguinte: Se eu treinar o funcionário e depois ele for embora? A resposta mais simples e prática que tenho dado é esta: Muito pior será se você não treiná-lo e ele ficar.</p>
<p>Então, por que treinar motivação? Isso existe? Ora, a motivação é como um banho, não dura, tem que tomar diariamente. Então tem que treinar sempre.</p>
<p>E o treinamento também oferece uma visão de empreendedor? Que visão o treinamento pode oferecer? Seja você empresário ou empregado, você tem que se profissionalizar. Ao abrir um negócio, você deixa de ter um patrão e passa a ter vários, que são os clientes. Não pode apenas pensar em sobreviver, mas em crescer, pois sempre terá alguém que estará fazendo melhor que você, e se você não crescer, vai fechar.</p>
<p>Então, por que as empresas quebram? Elas quebram por causa da falência motivacional. Uma empresa não quebra hoje, quebra cinco anos antes. Os maiores entraves são a falta de planejamento, o não acompanhamento das novas tecnologias, não conhecer o que se quer fazer e o não comprometimento das pessoas e aí falta também muito treinamento.</p>
<p>Quando se oferece uma visão nova através de palestras e treinamentos, é enxergar muitas vezes o que todo mundo está vendo, porém, de uma forma diferente. É mostrar que o novo não está apenas nos ingredientes, mas na forma como são misturados. Assim, criatividade não é somente gerar coisas novas&#8230; É abandonar coisas velhas.</p>
<p>Aqui no Brasil ainda há muita confusão. Faz-se um forno novo e o mesmo é financiado como inovação sendo que esta não ocorreu, ou seja, não aconteceu nada de novo.</p>
<p>Quando reciclamos motivação, falamos do cotidiano das empresas, mostramos que ousadia é fazer diferente num mundo de iguais. Um exemplo? Tem empresa que faz sua reunião em torno de uma mesa de algum café. Nada de escritório ou sala de reuniões. Isso quebra a rotina e deixa as pessoas mais abertas ao novo.</p>
<p>O seu trabalho é sua marca&#8230; Assim como uma marca começa com um sonho, mas com olhos bem abertos, seu trabalho começa a ser construído bem antes na alma e na mente. E o fruto destes pensamentos poderá levá-lo ao sucesso se estes forem positivos e ao fracasso se estes forem negativos.</p>
<p>Entender hoje que a vida é uma maratona e não uma emergência é muito importante. Faz você encarar a vida como uma viagem e perceber que esta é mais importante que o destino. A felicidade não é o destino, é a viagem. Você é feliz no dia a dia e não esperando um grande evento que vai acontecer.</p>
<p>Enfim, treinar é o sentido de melhorar o que já se tem. Até a espiritualidade pode ser melhorada, a partir da compreensão que Deus está no comando de tudo.</p>
<p>Fonte:  Gilclér Regina | <a href="http://www.gilclerregina.com.br/">www.gilclerregina.com.br</a></p>
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		<title>Como conquistar o bem-estar profissional</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 16:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude mais positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar profissional]]></category>
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		<category><![CDATA[Como conquistar o bem-estar profissional]]></category>
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		<description><![CDATA[Epocas Negócios Com uma atitude mais positiva, a vida profissional pode se transformar em fonte de satisfação, desenvolvimento e conquista pessoal. O primeiro passo é aceitar que realmente se pode ser feliz no trabalho Você anda contente com seu trabalho ou completamente desmotivado? Está entre aqueles empolgados com as atividades do dia a dia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><span class="style54">Epocas Negócios</span></p>
<p>Com uma atitude mais positiva, a vida profissional pode se   transformar em fonte de satisfação, desenvolvimento e conquista pessoal.   O primeiro passo é aceitar que realmente se pode ser feliz no trabalho</p>
<p>Você anda <strong>contente</strong> com seu <strong>trabalho </strong>ou</p>
<p>completamente <strong>desmotivado</strong>? Está entre aqueles   empolgados com as atividades do dia a dia e com o ambiente profissional   ou faz parte do grupo que diz ou pensa &#8220;maldita segunda-feira&#8221; e não vê a   hora de sexta-feira chegar?</p>
<p>Segundo um estudo da   empresa de consultoria Towers Watson, realizado em 22 países com 22 mil   trabalhadores, cerca de metade da população admite não estar satisfeita   em suas atividades profissionais, embora a maioria assegure não ter   intenção de buscar emprego no momento, devido à visão pessimista que tem   do mercado.</p>
<p>Em geral, as pessoas buscam   sobretudo estabilidade e segurança na empresa onde trabalham, com um   projeto a longo prazo na instituição, constata o relatório &#8220;Estudo   Global sobre a Força de Trabalho&#8221; feito pela Towers Watson a cada dois   anos.</p>
<p>&#8220;A recessão econômica global impactou no   comportamento das pessoas e estimula a maioria dos empregados a   sacrificarem a flexibilidade no trabalho e o progresso da carreira por   um emprego seguro. Mas isso não quer dizer que os profissionais   devam sacrificar também a satisfação nem o bem-estar ao obter o   trabalho&#8221;, assinala o psicólogo Antonio de la Torre, especialista em   terapia gestalt e transpessoal.</p>
<p>Para ele, &#8220;se   hoje a maioria prefere aplicar ao trabalho a regra de &#8216;mais vale um   pássaro na mão do que dois voando&#8217;, o que é facilmente compreensível   dado o contexto atual de crise e incerteza econômica, o objetivo   consistirá em passar o melhor possível o tempo de segunda-feira a   sexta-feira durante o horário de trabalho&#8221;.</p>
<p><strong>A   palavra de ordem: mudança de atitude</p>
<p></strong></p>
<p>&#8220;Caso se opte em permanecer no trabalho em vez de tentar trocá-lo, a   pessoa terá de encontrar a forma de trabalhar mais à vontade&#8221;, assinala   De la Torre. Segundo ele, &#8220;com uma atitude mais positiva, o trabalho   pode se tornar uma das maiores fontes de prazer, desenvolvimento e   conquistas pessoais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quando   alguém assume que pode e deve desfrutar de sua atividade ou profissão,   consegue simplificar as tarefas diárias e as enfoca de um modo mais   criativo e produtivo&#8221;, explica o psicólogo. &#8220;O primeiro passo é aceitar   que de fato se pode ser feliz no trabalho. Temos de olhar para nosso   próprio interior e cargo atual, em vez de tentar escapar para outros   horizontes trabalhistas, pois a solução pode estar mais perto do que   pensamos. Em todo caso, temos de assumir que nossa própria satisfação   depende de nós mesmos&#8221;, acrescenta.</p>
<p>De acordo com De la Torre, &#8220;em todas as empresas, da mesma forma que nas   famílias, universidades e diferentes ambientes humanos, há problemas,   conflitos pessoais, favoritismos, injustiças, ordens que ninguém   entende, erros manifestos. Não se pode fugir deles&#8221;. &#8220;É pouco realista   esperar encontrar um ambiente de trabalho perfeito, porque nem o mundo   nem as pessoas o são. É nossa responsabilidade buscar a maneira de   ficarmos à vontade em nossa atividade atual&#8221;, sugere o especialista.</p>
<p>Para um melhor bem-estar profissional, ele propõe   várias atividades que nos gratifiquem e ajudem a melhorar o ambiente   profissional. Um exemplo é fazer &#8220;exercícios antes de trabalhar para   eliminar a adrenalina, buscar a forma mais simples e eficaz de cumprir   as tarefas, decorar a mesa com plantas ou objetos agradáveis ou levar ao   escritório nossos CDs favoritos para ouvi-los ali&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não se pode ser vencido pelo tédio ou pela tristeza, trabalhar de   forma automática ou buscar válvulas de escape pouco saudáveis, como o   álcool ou o fumo. Deve-se buscar a forma de fazer as coisas de uma forma   diferente e mais criativa, o que nos permitirá sair da rotina,   desfrutar mais e não nos desgastar no trabalho ou o no escritório&#8221;,   aconselha o psicólogo.</p>
<p>Para ele, &#8220;é preciso   estipular metas e desafios, oferecer-se para fazer parte de um novo   projeto e mostrar-se disposto a provar alguma atividade que nunca   desempenhou. Com isso, a pessoa descobrirá um horizonte mais amplo e   estimulante que o anterior&#8221;.</p>
<p>Se você muda suas   atitudes, &#8220;talvez continue em um trabalho rotineiro ou que não é   exatamente o de seus sonhos, mas a novidade lhe dará estímulo e   excitação. Da mesma forma que na relação entre um casal, a rotina é o   pior inimigo também no aspecto profissional&#8221;.</p>
<table border="0" width="353">
<tbody>
<tr>
<td width="347"><span class="style54">Fonte: Epocas Negócios | <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI144468-16349,00-COMO+CONQUISTAR+O+BEMESTAR+PROFISSIONAL.html" target="_self">www.epocanegocios.globo.com</a></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><img src="http://www.centoevinte.com.br/star/toque/54/img/barra.jpg" alt="" width="455" height="2" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Planejamento e organização</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 13:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[A metodologia da ABS]]></category>
		<category><![CDATA[Coach]]></category>
		<category><![CDATA[Consulting]]></category>
		<category><![CDATA[Excesso de tarefas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento e organização]]></category>
		<category><![CDATA[Qual a tendência]]></category>
		<category><![CDATA[Qual a tendência de reação das pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[rotina de muitos profissionais]]></category>

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		<description><![CDATA[GECORP Qual a tendência de reação das pessoas que você conhece em momentos de adversidades? E quando a sua empresa passa por uma fase de incerteza no mercado? Qual a sua opinião sobre a maneira que as pessoas (incluindo você) reagem? Mesmo com o excesso de tarefas, planejamento e organização podem melhorar o trabalho. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>GECORP</p>
<p>Qual a tendência de reação das pessoas que você conhece em momentos de adversidades? E quando a sua empresa passa por uma fase de incerteza no mercado? Qual a sua opinião sobre a maneira que as pessoas (incluindo você) reagem?</p>
<p>Mesmo com o excesso de tarefas, planejamento e organização podem melhorar o trabalho. O acúmulo de tarefas é comum na rotina de muitos profissionais.</p>
<p>No final do expediente, a sensação é a de que se trabalhou muito, mas não se resolveu quase nada. No dia seguinte, muitas vezes já se começa o dia &#8220;apagando incêndios&#8221;. Quem se identificou com a situação, pode pensar que não há como reverter esse ciclo, já que o volume de tarefas é grande demais.</p>
<p>De fato, em algumas situações, o executivo tem atribuições que poderiam ser divididas com mais pessoas. Se é esse o caso, mesmo que não seja possível reduzir o número de responsabilidades, dá para tentar melhorar o processo de trabalho e, com isso, tornar-se mais produtivo.</p>
<p>&#8220;Se cada executivo parasse um minuto para pensar sobre o que está fazendo, conseguiria perceber se aquela é a melhor maneira de realizar determinada tarefa&#8221;, afirma Lauro Brambilla, da ABS Consultoria, especializada em aumentar a produtividade das empresas.</p>
<p>Eles garantem que o investimento feito na contratação do serviço seja multiplicado em pelo menos três vezes. &#8220;Não fazemos mágica, apenas identificamos os gargalos e ajudamos as empresas a deixarem de perder oportunidades.&#8221;</p>
<p>A metodologia da ABS se baseia no planejamento, no controle, em indicadores e em cobrança. E parece que a conjunção desses fatores realmente funciona.</p>
<p>Para se ter uma idéia, empresas de diversos setores, como a Eaton , Votorantim Metais e LG Philips, tiveram um retorno de seis vezes ou mais sobre o investimento feito no diagnóstico dos problemas e na mudanças de processos e procedimentos.</p>
<p>Antes que se pense que trata-se de exigir que as pessoas trabalhem como máquinas, Brambilla alerta que &#8220;ninguém é 100% produtivo&#8221;. Mas é possível estabelecer uma meta que varia entre 75% e 85%. Já a eficiência pode ser de 100%.</p>
<p>Segundo ele, a produtividade das pessoas é afetada pela falta de preparo que têm para exercer determinada função, ou seja, se receberam treinamento adequado para tal ou se têm o perfil profissional para aquela atividade; pela falta de padrões e metas; de feedback a respeito da realização de seu trabalho; de recursos tecnológicos ou de matéria-prima para fazê-lo e, claro, pela falta de motivação.</p>
<p>O diagnóstico dos problemas parte da observação da atitude dos diretores, gerentes e supervisores, são pró-ativos, focados em pessoas e resultados?</p>
<p>Depois, são observados também os processos e procedimentos de trabalho. E, a partir da observação do método do profissional mais produtivo, se estabelecem as metas dos demais.</p>
<p>Mas a despeito da identificação dos fatores que causam a perda de produtividade e do aprimoramento dos processos e procedimentos, há uma mudança que é determinante para se otimizar o trabalho.</p>
<p>A de comportamento. Não é à toa que, depois do diagnóstico dos problemas, o trabalho começa com o treinamento das pessoas para a adoção de uma nova postura.</p>
<p>&#8220;A organização é um pré-requisito para a disciplina, necessária para o melhor aproveitamento do tempo na realização do trabalho&#8221;, diz Brambilla. Por isso, a primeira diretriz da metodologia da empresa é o planejamento.</p>
<p>Assim, um executivo pode aplicá-la de maneira informal a partir da organização da agenda. E seguir com o controle da realização das tarefas pré-determinadas, a identificação do que foi ou não feito depois de um determinado período e a cobrança de si mesmo por melhores indicadores.</p>
<p>Ao relacionar todas as atividades do dia e o tempo que levou para realizá-las é possível analisar se poderia ter sido mais produtivo e o que levou a perder tempo.</p>
<p>Com a equipe, vale à pena reunir o pessoal, mostrar os problemas, tentar chegar a uma conclusão em conjunto a respeito das causas e pensar maneiras de minimizá-las. Depois, é preciso controlar, levantar indicadores e cobrar resultados.</p>
<p>Fonte: GECORP | <a href="http://gecorp.blogspot.com/2007/05/planejamento-e-organizao-podem-melhorar.html" target="_self">www.gecorp.blogspot.com</a></p>
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		<title>O que conta é a experiência!</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 13:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Coach]]></category>
		<category><![CDATA[Consulting]]></category>
		<category><![CDATA[Consultor e Empresário]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Fiorini]]></category>
		<category><![CDATA[Idéia de compra]]></category>
		<category><![CDATA[Momentos da verdade]]></category>
		<category><![CDATA[O Poder dos sentidos]]></category>
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		<description><![CDATA[Fábio Fiorini Estava lendo um artigo publicado no site da revista HSM, intitulado de “O Poder dos sentidos”. Trata exclusivamente dos momentos da verdade na relação com os consumidores. Estes momentos da verdade são conhecidos pela verdadeira relação das pessoas com uma marca. Trata-se da hora de a marca provar o que ela promete. Trata-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><span class="style54">Fábio Fiorini </span></p>
<p>Estava lendo um artigo publicado no site da revista HSM, intitulado de “O Poder dos sentidos”.</p>
<p>Trata exclusivamente dos momentos da verdade na relação com os consumidores.</p>
<p>Estes momentos da verdade são conhecidos pela verdadeira   relação das pessoas com uma marca. Trata-se da hora de a marca provar o   que ela promete.</p>
<p>Trata-se da experiência que a marca proporciona para as   pessoas.</p>
<p>Antes de evoluir, pare para pensar qual a real experiência que sua   marca está proporcionando para os seus clientes! Imagino que você esteja   satisfeito, o que deve ser esperado e pratica.</p>
<p>Agora, pare para pensar que experiência sua marca tem proporcionado para   não clientes! Isso é um momento da verdade para sua marca e suas   vendas! Aqui está o segredo!</p>
<p>Só para terem uma idéia, uma pessoa está exposta diariamente a mais ou   menos 3000 marcas a sua frente. Isso mesmo, 3000!</p>
<p>Já pensou que é preciso diferenciar-se, certo?</p>
<p>Para ajudar, um estudo da Universidade da Califórnia mostrou que as   pessoas lembram-se mais ou menos de 20% das coisas que ouvem e se vêem e   ouvem o nível aumenta para 80%.</p>
<p>Isso é importante o mostra para qualquer empresa que a experiência com   sua marca ou produto pode fazer a diferença.</p>
<p>Enquanto seus concorrentes estão fazendo investimentos para criar   propagandas memoráveis (e você também pode fazer isso), sua marca pode e   deve estar preocupada em gerar experiência, mesmo que as pessoas não   sejam seus clientes.</p>
<p>É preciso que você domine a cadeia de compra, ou seja, domine o que e   como as pessoas se comportam em relação ao que você vende. Você precisa   saber como ela se comporta desde uma idéia de precisar ou querer algo   que você tenha, até a compra. E isto é um longo caminho.</p>
<p><strong>Quer um exemplo?</strong></p>
<p>Imagine que eu esteja na minha casa e queira comprar uma TV. Vejam   qual seria o meu caminho:</p>
<p>1. Idéia de compra</p>
<p>2. Pesquisaria modelos na internet</p>
<p>3. Escolheria duas lojas</p>
<p>4. Iria às duas</p>
<p>5. Não compraria e levaria as propostas para pensar</p>
<p>Vejam que este tipo de consumidor, tem uma cadeia a seguir. Se alguma   empresa não estiver, por exemplo, nas primeiras páginas de busca quando   pesquisada na internet, perdeu venda! E ainda vou mais longe, se   estiver e a experiência de pesquisa for mal sucedida, a chance de ser   escolhido é pequena.</p>
<p>Notem que conhecer esta cadeia pode gerar idéias sensacionais para dar   uma experiência impar para as pessoas, isso faz a diferença. Lembra que   80% das pessoas guardam o que ouvem e vêem?</p>
<p>Está em suas mãos conhecer os hábitos das pessoas e gerar experiências   memoráveis em cada ponto de contato.</p>
<p>Minha dica é que reúna sua equipe e crie a cadeia de compra de diversos   perfis de clientes e pense o que fazer de diferente em cada ponto de   contato.</p>
<p>Isso trará experiências diferentes das pessoas com sua marca e fará você   diferente!</p>
<p>Resultado? Marca forte e mais vendas!</p>
<p>Fábio Fiorini.<br />
Palestrante, Consultor e Empresário</p>
<p>Fonte: <span class="style54">Fábio Fiorini |</span> <a href="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/index.php/2009/07/o-que-conta-e-a-experiencia/" target="_self">www.fabiofiorini.com.br</a></p>
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		<title>Quando a segunda chance baterá a sua “porta”?</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/05/27/quando-a-segunda-chance-batera-a-sua-%e2%80%9cporta%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 13:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Você Sabia?]]></category>
		<category><![CDATA[Amauri Nóbrega]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do coach]]></category>
		<category><![CDATA[chance baterá a sua “porta”?]]></category>
		<category><![CDATA[Coach]]></category>
		<category><![CDATA[Consulting]]></category>
		<category><![CDATA[Quando a segunda chance baterá]]></category>

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		<description><![CDATA[Blog do coach Como já é de conhecimento de todos (que leram o meu perfil), em um momento da minha carreira fui “presenteado” com um insucesso. Várias coisas que “apostei” não deram certo, e naquele momento comecei a “maquinar” as desculpas que ia dar para a sociedade por não ter conseguido o planejado, até …… [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.rstar.com.br%2Fblogstar%2Findex.php%2F2010%2F05%2F27%2Fquando-a-segunda-chance-batera-a-sua-%25e2%2580%259cporta%25e2%2580%259d%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.rstar.com.br%2Fblogstar%2Findex.php%2F2010%2F05%2F27%2Fquando-a-segunda-chance-batera-a-sua-%25e2%2580%259cporta%25e2%2580%259d%2F&amp;source=agenciarockstar&amp;style=normal&amp;service=TinyURL.com&amp;b=2" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Blog do coach</p>
<p>Como já é de conhecimento de todos (que leram o meu perfil), em um momento da minha carreira fui “presenteado” com um insucesso. Várias coisas que “apostei” não deram certo, e naquele momento comecei a “maquinar” as desculpas que ia dar para a sociedade por não ter conseguido o planejado, até …… aceitar o fracasso. Não é raro, ainda mais quando você está “por cima”, ter o sentimento de orgulho ferido por não ter dado certo aquele negócio, ou ideia, ou opinião que você “brigou” com todas as forças e no final, nada saiu como o planejado.</p>
<p>Normalmente ficamos lamentando e procurando desculpas para aquele insucesso em vez de virar o quanto antes essa página e partir para uma nova “empreitada”, mas claro com o aprendizado do ocorrido.</p>
<p>Se você está passando por isso, o tempo da sua “agonia” será proporcional ao tempo que levará para aceitar o fato. Jogue fora agora o orgulho ferido e procure aceitar o fracasso aprendendo com ele, pois, a partir do momento que você passa a pensar dessa maneira, e vira essa página, na próxima poderá encontrar uma segunda chance de atingir o sucesso, agora se você não virar essa página, nunca saberá o que lhe espera na próxima.</p>
<p>Por Amauri Nóbrega</p>
<p>Fonte: Blog do coach | <a href="http://www.blogdocoach.com.br/2009/07/quando-a-segunda-chance-batera-a-sua-porta/">www.blogdocoach.com.br</a></p>
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		<title>Ainda dá Tempo!</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 18:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ainda dá Tempo!]]></category>
		<category><![CDATA[Ainda dá Tempo! por Gilclér Regina]]></category>
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		<description><![CDATA[Gilclér Regina O segredo para não sofrer com as tribulações diárias é encontrar um meio de acreditar que tudo não passa apenas de uma fase. Morrer antes de morrer significa não viver apesar de estar vivo. O mistério de morrer está intimamente ligado ao mistério de viver. E juntos com o amor são temas campeões [...]]]></description>
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<p>Gilclér Regina</p>
<p>O segredo para não sofrer com as tribulações diárias é encontrar um meio de acreditar que tudo não passa apenas de uma fase.</p>
<p>Morrer antes de morrer significa não viver apesar de estar vivo.</p>
<p>O mistério de morrer está intimamente ligado ao mistério de viver. E juntos com o amor são temas campeões da literatura universal: vida, morte e amor.</p>
<p>Quem assistiu o clássico Romeu e Julieta sabe perfeitamente disso.</p>
<p>O nosso tema é: Ainda é tempo de aprender. Sempre é tempo de aprender. Conviver com os filhos de hoje, com o cônjuge e as sessões diárias de conviver e saber ceder, com os colegas de trabalho, os amigos, os clientes da empresa, com a busca de um novo aprendizado, uma nova motivação, novas atitudes e comportamentos.</p>
<p>Tantas coisas que poderiam ser ditas e que são válidas&#8230; Tenha você a idade de um adolescente ou de um jovem de 80 anos&#8230; Ainda dá tempo!</p>
<p>Confúcio disse: “Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, e depois perdem o dinheiro para se recuperar. Por pensar ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido”.</p>
<p>O Rei Salomão no livro de Eclesiastes disse: “Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz”.</p>
<p>E o tempo em si não é senhor da razão, pois ele não cura. O que cura é a intensidade de sua ação hoje. O que você pensar agora irá determinar sua vitória sobre o tempo.</p>
<p>E parado você não ficará&#8230; Ou vai melhorar ou vai piorar. Ainda dá tempo. A escolha é sua!</p>
<p>Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!</p>
<p>Fonte: Gilclér Regina | <!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:TrackMoves /> <w:TrackFormatting /> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:DoNotPromoteQF /> <w:LidThemeOther>PT-BR</w:LidThemeOther> <w:LidThemeAsian>X-NONE</w:LidThemeAsian> <w:LidThemeComplexScript>X-NONE</w:LidThemeComplexScript> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> <w:SplitPgBreakAndParaMark /> <w:DontVertAlignCellWithSp /> <w:DontBreakConstrainedForcedTables /> <w:DontVertAlignInTxbx /> <w:Word11KerningPairs /> <w:CachedColBalance /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> <m:mathPr> <m:mathFont m:val="Cambria 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