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	<title>Rock Star &#187; Coach</title>
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	<description>Blog da Agência Rock Star</description>
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		<title>A Liderança do dia-a-dia</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 11:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Blog do Coach A liderança é um fato corriqueiro que ocorre no nosso cotidiano. Cada vez que duas ou mais pessoas interagem a relação de liderança se faz presente, pois alguém está sempre tentando influenciar os demais. Por exemplo, uma pessoa exerce a liderança quando convence um amigo a passar as férias em determinado destino [...]]]></description>
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<p>Blog do Coach</p>
<p>A liderança é um fato corriqueiro que ocorre no nosso cotidiano. Cada vez que duas ou mais pessoas interagem a relação de liderança se faz presente, pois alguém está sempre tentando influenciar os demais.</p>
<p>Por exemplo, uma pessoa exerce a liderança quando convence um amigo a passar as férias em determinado destino turístico</p>
<p>. Ou quando orienta um parente que está enfrentando um momento difícil; sugere uma reflexão na sua igreja; socorre um vizinho em apuros; toma providências diante de um acidente ou assalto.</p>
<p>Um aluno pode exercer a liderança na sala de aula ao comentar sobre um livro ou um filme e inspirar o professor a requisitar um trabalho a respeito. Marido e mulher disputam a liderança quando ele quer assistir ao jogo de futebol pela TV no domingo à tarde e ela prefere ir ao cinema.</p>
<p>Um dos dois cede ou então, quando o casal funciona bem, chegam a um acordo favorável a ambos: à tarde assistem juntos ao jogo e à noite vão ao cinema.</p>
<p>Uma secretária também exerce a liderança quando organiza a agenda do chefe. No fim das contas, ela “decide” quem será atendido naquele dia.</p>
<p>Muda o contexto, mas a essência da liderança permanece a mesma. Liderar é muito mais do que dirigir, comandar, chefiar, encabeçar. Liderar é a arte de influenciar pessoas.</p>
<p>Portanto, vale a pena descobrir o líder que existe em cada um de nós. Encontre o líder dentro de você.</p>
<p>Assim você poderá lidar de modo mais eficaz com as situações que o atormentam, desempenhar melhor o seu papel – quer seja de professor, aluno, religioso, profissional liberal, pai, mãe ou filho –, deixar de ser um gerente eficiente e passar a ser um líder eficaz. E aproveitar as oportunidades que ainda nem percebeu.</p>
<p>Então, está ficando mais fácil se aceitar como líder?</p>
<p>Se você respondeu sim, atenção para uma ideia que continua válida: o líder é um realizador de sonhos. Aliás, o líder é do tamanho dos seus sonhos. Mas não basta “apenas” sonhar. É preciso mais: acreditar nos sonhos; lutar para que eles se concretizem; enfim, fazer acontecer.</p>
<p>Fonte: Blog do Coach | <a href="http://www.blogdocoach.com.br/2009/09/a-lideranca-do-dia-a-dia/">www.blogdocoach.com.br</a></p>
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		<title>Uma Empresa sem Rosto!</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/07/21/uma-empresa-sem-rosto/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 14:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[Gilclér Regina]]></category>
		<category><![CDATA[Nada afasta mais clientes do que a negligência]]></category>
		<category><![CDATA[no momento do atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[O cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Empresa sem Rosto!]]></category>

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		<description><![CDATA[Gilclér Regina Essa é uma questão importante: Como esperar que a equipe se importe com o cliente se o chefe não demonstra se interessar pela equipe? Nada afasta mais clientes do que a negligência. A maioria é tolerante quando as coisas não dão certo, mas não se conforma quando percebe que ninguém está interessado em [...]]]></description>
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		</div>
<p>Gilclér Regina</p>
<p>Essa é uma questão importante: Como esperar que a equipe se importe com o cliente se o chefe não demonstra se interessar pela equipe?</p>
<p>Nada afasta mais clientes do que a negligência.</p>
<p>A maioria é tolerante quando as coisas não dão certo, mas não se conforma quando percebe que ninguém está interessado em resolver o seu problema.</p>
<p>Imagine situações como vôos cancelados e ninguém dá informação ou quando o novo computador simplesmente para de funcionar e a assistência não vem ou ainda quando o funcionário da concessionária mostra-se desinteressado talvez pensando que você não tenha o dinheiro para aquele produto.</p>
<p>O cliente se sente insignificante, desamparado e essa depressão é causada por uma empresa sem rosto. A sensação que você tem é que não dão a mínima pra você e até parece que a empresa e os vendedores não vivem de vendas.</p>
<p>Imagine companhias telefônicas, planos de saúde, bancos, consórcios, empresas públicas e outros que não mostram o rosto a não ser no momento da mensalidade, do boleto, do dinheiro entrando&#8230;</p>
<p>Nada é mais importante do que a confiança e o respeito mútuo no atendimento a clientes&#8230; e isso acaba gerando um interesse genuíno e que consolida em resultados.</p>
<p>O interesse pelo outro é um sentimento, não um pensamento.</p>
<p>O que acontece quando o motorista de táxi se dá ao trabalho de abrir a porta e te ajudar com sua bagagem? Ou ainda a funcionária que pede desculpas explicando que o sistema está fora do ar? Você sente respeito.</p>
<p>O que acontece quando um banco envia a mesma e horrorosa carta-padrão para todos os clientes? Você sente raiva e desprezo. Bem que essa carta poderia vir ao menos assinada pelo seu gerente local.</p>
<p>Os clientes o julgam pelo seu grau de interesse. Não é difícil personalizar uma relação profissional, um atendimento excepcional. É preciso vontade e atitude. É preciso treinar sempre para não sair do foco.</p>
<p>O cliente, no momento do atendimento é a pessoa mais importante do mundo.</p>
<p>Fonte: Gilclér Regina | <a href="http://www.gilclerregina.com.br/">www.gilclerregina.com.br</a></p>
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		<title>O que é empowerment e como ele funciona?</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/07/19/o-que-e-empowerment-e-como-ele-funciona/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[empowerment e como ele funciona?]]></category>

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		<description><![CDATA[Administradores Empowerment é uma ação da gestão estratégica que visa o melhor aproveitamento do capital humano nas organizações através da delegação de poder. Devemos entender este poder como sendo o resultado do compartilhamento de informações fundamentais sobre o negócio e seus projetos, da delegação de autonomia para a tomada de decisões, e da participação ativa [...]]]></description>
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<p>Administradores</p>
<p>Empowerment é uma ação da gestão estratégica que visa o melhor aproveitamento do capital humano nas organizações através da delegação de poder. Devemos entender este poder como sendo o resultado do compartilhamento de informações fundamentais sobre o negócio e seus projetos, da delegação de autonomia para a tomada de decisões, e da participação ativa dos colaboradores na gestão do negócio, assumindo responsabilidades e liderança de forma compartilhada.</p>
<p>A prática do empowerment é fundamental para libertar a empresa do vício da centralização das decisões, que a torna lenta e burocrática.</p>
<p>Com esta atitude a empresa descentraliza suas decisões e estabelece um estilo de gestão extremamente mais participativa, dando maior autonomia a seus colaboradores. As vantagens são maior motivação, maior satisfação das pessoas, maior agilidade e flexibilidade, portanto, maior potencial de competitividade.</p>
<p>Empowerment corresponde a uma relação que envolve poder e responsabilidade, como duas faces de uma mesma moeda.</p>
<p>Para promover o empowerment, não basta transferir verbalmente poder às pessoas; elas precisam ter reais condições de agir no pleno exercício da sua responsabilidade, desenvolvendo o que chamamos de &#8220;ownership&#8221;, ou seja, agirem como intraempreendedores e como se fossem &#8220;proprietárias&#8221; do negócio, pensando como empresários.</p>
<p>Para isso é necessário:</p>
<p>1. Um profundo compartilhamento das informações com todos os envolvidos. A informação é o objeto que destrói a incerteza. Ela é fundamental para a correta tomada de decisões. As equipes precisam estar informadas sobre lucros, budgets, market share, concorrência, produtividade, ameaças, desafios e oportunidades, etc. A Informação deve circular, de maneira clara, transparente e adaptada à condição e necessidade de cada equipe em particular. Algumas informações gerais para o bom entendimento do negócio e do cenário devem ser compartilhadas com todas as pessoas, outras mais restritas e sigilosas, apenas com as pessoas-chave.</p>
<p>2. A abertura para uma real autonomia dando às pessoas não somente as informações, mas o apoio e a liberdade necessária para agirem. É preciso confiar nestes profissionais e incentivá-los a liderar os processos em que estão envolvidos, e sob os quais assumiram responsabilidades. Uma cultura punitiva impede a autonomia; erros devem ser corrigidos, não punidos. A autonomia deve guiar-se pela visão, missão e valores da empresa, assim como por seus objetivos e metas, dentro do contexto dos sistemas e processos em vigor na organização. Essa clareza de visão, missão, objetivos, metas e processos permite que as pessoas &#8220;empoderadas&#8221; possam tomar decisões coerentes. É esta clareza que estabelece as fronteiras, ou seja, os limites, de autonomia.</p>
<p>3. Redução dos níveis hierárquicos e da burocracia que tornam as empresas lentas e rígidas. Através da prática de empowerment, equipes auto-gerenciadas podem atingir alta performance e buscar a excelência em níveis muito superiores aos de empresas centralizadoras.</p>
<p>Empowerment pode e deve ser aplicado em todos os níveis da organização. Ele permite que os gestores deleguem a solução de problemas a colaboradores que se sentem valorizados, motivados pela confiança, e isso aumenta sensivelmente o nível de comprometimento e de satisfação das pessoas no trabalho. Esta prática desperta o que há de melhor nas pessoas e em seus líderes e estimula o aparecimento e a formação de novos líderes.</p>
<p>Na ausência de empowerment, o comprometimento nunca será máximo, as equipes jamais atingirão alta performance e as lideranças jamais serão efetivas.</p>
<p>Em muitas empresas, o processo de implantação do empowerment é prejudicado por gerentes e gestores temerosos de perderem sua importância, status e poder. Isso é uma grave miopia porque as equipes e líderes continuarão necessitando de uma administração competente e atuante. A necessidade de administração é constante. O equilíbrio das atribuições e suas interdependências mudam com o empowerment, mas estão longe de desaparecer por sua causa.</p>
<p>A adoção do empowerment demonstra um amadurecimento da cultura organizacional, independentemente do tamanho da empresa. Ele favorece a autorrealização das pessoas e é um dos grandes atrativos para reter os melhores talentos, já que estes não desejam trabalhar em empresas onde não possam atuar com autonomia e possibilidades de construir uma carreira de sucesso!</p>
<p>Empresas que pretendem aprender e agir mais rápido que seus concorrentes precisam aprender a delegar autonomia a seus talentos. A centralização é um risco muito elevado à sustentabilidade dos negócios. Sucesso é um esporte coletivo. Ninguém quer fazer parte de um time onde não se pode jogar, mostrar seu valor e fazer a diferença.</p>
<p>Um dos maiores erros em organizações consiste em tolher a autonomia das pessoas. É preciso acreditar em nossos talentos e deixá-los sentir a motivação e o prazer de ajudarem a construir o sucesso dos negócios. Empresas que delegam autonomia a seus colaboradores fazem com que eles se sintam co-autores do sucesso, elevam sua autoestima e, com ela, a lucratividade dos negócios.</p>
<p>Mantenha sua empresa aprendendo constantemente, dedique-se a treinamento e capacitação constante. O medo de investir nas pessoas alegando que elas possam deixar o negócio deve ser superado pela certeza de que se não as capacitarmos e elas continuarem trabalhando conosco, o custo será incrivelmente maior! Quem não investe em seu negócio e em seus colaboradores, investe na concorrência&#8230;</p>
<p>Acredite nas pessoas, invista nas pessoas, elas são o seu negócio, o restante é só cenário!</p>
<p>Carlos Hilsdorf</p>
<p>Considerado pelo mercado empresarial um dos 10 melhores palestrantes do Brasil. Economista, Pós-Graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero. Presença constante nos principais Congressos e Fóruns de Administração, RH, Liderança, Marketing e Vendas do país e da América Latina. Referência nacional em desenvolvimento humano.</p>
<p>Para maiores informações, visite: <a href="http://www.carloshilsdorf.com.br/">www.carloshilsdorf.com.br</a></p>
<p>TWITTER: <a href="http://www.twitter.com/carloshilsdorf">www.twitter.com/carloshilsdorf</a></p>
<p>Fonte: Administradores | <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-que-e-empowerment-e-como-ele-funciona/46403/">www.administradores.com.br</a></p>
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		<title>A Importância Da Percepção Humana</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/07/15/a-importancia-da-percepcao-humana/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 13:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
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		<description><![CDATA[RH Portal Percepção “é o processo pelo qual as pessoas tomam conhecimento de si, dos outros e do mundo à sua volta”. O processo perceptivo é uma ferramenta fundamental nos relacionamentos, pois aguça a interpretação de sinais interiores e exteriores. Provoca reflexões críticas gerando nas pessoas a necessidade de reavaliarem suas próprias crenças como mecanismo [...]]]></description>
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<p>RH Portal</p>
<p>Percepção “é o processo pelo qual as pessoas tomam conhecimento de si, dos outros e do mundo à sua volta”.</p>
<p>O processo perceptivo é uma ferramenta fundamental nos relacionamentos, pois aguça a interpretação de sinais interiores e exteriores.</p>
<p>Provoca reflexões críticas gerando nas pessoas a necessidade de reavaliarem suas próprias crenças como mecanismo de preservação da qualidade de vida e da sua identidade humana.</p>
<p>Mas para tanto é imprescindível o investimento no autoconhecimento e no relacionamento interpessoal – incluindo a família, os amigos, chefes e colegas, pois esse processo gera uma avalanche que “desaba” sobre o ambiente organizacional e repercute na relação de emprego. Na maioria das vezes, as pessoas só se dão conta dessa avalanche – que ocorre a sua volta – quando já estão sendo esmagadas por ela.</p>
<p>A importância do autoconhecimento torna-se evidente quando as pessoas relacionam-se entre si, abrangendo situações prazerosas e conflitantes.</p>
<p>Em um enfoque amplo e atual, prazer e conflito estão presentes diariamente nas relações de trabalho. Sejam nas trocas mútuas para fazer e receber críticas construtivas, saudáveis na formação de equipes autogerenciáveis; ou no comportamento alienado que induz à busca de recompensas financeiras, bloqueando a visão sistêmica e promovendo a competição antiética.</p>
<p>A percepção da sua relação de trabalho poderá advir da (re)avaliação do contrato psicológico que “assinamos” no início do relacionamento.</p>
<p>Ele nos remete a problemas morais, relativos à prática e a cada situação específica, podendo afetar apenas a si mesmo ou a muitas pessoas. No entanto, estabelecer o que as pessoas devem fazer numa determinada situação para ser considerado positivo é um problema moral.</p>
<p>O assédio moral numa organização se manifesta em diferentes situações, a maioria delas envolve ruídos de comunicação: desqualificação do empregado por meio de comunicação não-verbal; recusa à comunicação direta; isolamento, fortalecendo a crença de que todos estão contra ele; assédio sexual, que é outra forma de perseguição moral.</p>
<p>Os mecanismos de influência externa utilizados para exercer o controle dessas ocorrências são Códigos e Regulamentos Administrativos que regem a conduta de empregados da iniciativa privada e servidores públicos; e os de influência interna para resolução dos conflitos interpessoais são as ações e atitudes tomadas pelos líderes.</p>
<p>Por Patricia Ribeiro. Economista. Especialista em Administração de Recursos Humanos.</p>
<p>Fonte: RH Portal | <a href="http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=yxjhfmiaw">www.rhportal.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Marketing Pessoal X Superexposição</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/07/07/marketing-pessoal-x-superexposicao/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira Executiva]]></category>
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		<category><![CDATA[Coach]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Pessoal X Superexposição]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigonal Você realmente sabe o que é Marketing Pessoal? Ainda tem muita gente que por aí confundindo marketing pessoal com superexposição. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, como diria uma amiga minha. E veja que são coisas bem distintas, mas, acredite se quiser, tem profissional que confunde tudo. Deve ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Artigonal</p>
<p>Você realmente sabe o que é Marketing Pessoal? Ainda tem muita gente que por aí confundindo marketing pessoal com superexposição. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, como diria uma amiga minha.</p>
<p>E veja que são coisas bem distintas, mas, acredite se quiser, tem profissional que confunde tudo. Deve ter lido em algum lugar ou escutado algum consultor ou amigo dizendo que tem de se promover e pronto: catástrofe. Cria-se mais um monstro da superexposição.</p>
<p>Para colocarmos as coisas em ordem, vale lembrar que marketing pessoal é uma ferramenta para o gerenciamento da imagem pessoal e profissional. Serve para melhorar a imagem que as pessoas têm a respeito de alguém, por exemplo.</p>
<p>No trabalho o marketing pessoal pode ser utilizado como forma de valorização das atividades que um indivíduo executa. Ele faz, ele divulga. Ele cria um projeto, ele apresenta. Obviamente que estes exemplos são apenas uma vaga idéia do potencial que está por trás das diversas técnicas que esta ferramenta proporciona.</p>
<p>O fato é que algumas pessoas exageram na dose e acham que estão fazendo marketing pessoal. É como o bêbado social: enche a paciência de todo mundo com aquelas piadinhas sem graça e acredita que está agradando. A todo instante “querem aparecer” e isso mais atrapalha do que ajuda.</p>
<p>Uma das premissas do marketing pessoal é justamente saber dosar a exposição.</p>
<p>De menos, você não será lembrado. Aquela vaga tão sonhada ou a promoção que estava por vir, não chegará. É preciso que as pessoas realmente saibam do seu potencial, das suas qualidades e qualificações. Ninguém quer ou vai adivinhar, é preciso mostrar. Para isso é necessário criar estratégias de exposição. Saber estar nos lugares certos, participar dos eventos e reuniões mais estratégicos e, mais do que tudo, agir naturalmente.</p>
<p>Agora, quando a exposição é demasiada cria-se um outro problema: o “mala”. Com tudo que tem direito: sem alça, sem rodinhas, pesada e velha. Ninguém agüenta! Sabe aquele cidadão que quando chega na rodinha do café todo mundo vai embora porque lembrou de alguma coisa pra fazer?</p>
<p>Na verdade, todos estavam é querendo fugir daquela pessoa chata que só conta vantagem, só fala de si mesmo, que olha para o próprio umbigo o tempo todo.</p>
<p>Mesmo quando não há a oportunidade para falar ele resolve abrir a boca.</p>
<p>Para não ser taxado de mala é preciso tomar alguns cuidados. O primeiro é fazer uma auto-análise profunda. Muitas vezes isso não é possível sozinho, pois a tendência é não enxergar o que faz de errado. Se for o caso pergunte para um amigo próximo, uma pessoa de confiança ou a ajuda de um profissional, um consultor de imagem. Avalie como está sua exposição. Faça o teste da rodinha do café.</p>
<p>Em segundo lugar tenha em mente que cuidar da imagem pessoal é preciso observar.</p>
<p>Veja aquelas pessoas que são bem sucedidas. O que elas fazem? Como se comportam? Converse com elas, sinta o que elas transmitem a você. Nunca copie, mas aprenda com elas.</p>
<p>E por último esteja aberto para as críticas. Ouça, reflita, filtre e mude sempre que necessário. Vivemos um mundo de intensa transformação. Precisamos nos adaptar às mudanças do mundo ou ficamos para trás. Transforme-se, seja melhor para si mesmo. Cuide da sua imagem, da sua exposição e faça o marketing pessoal correto. Sucesso!</p>
<p>Fonte: Artigonal | <a href="http://www.artigonal.com/recursos-humanos-artigos/marketing-pessoal-x-superexposicao-394417.html">www.artigonal.com</a></p>
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		<title>Por favor, colega</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gestão de Carreira Ambientes de trabalho onde circulam por todos os cantos os ares da educação, da gentileza, do respeito às diferenças precisam ser estimulados. Acontece que iniciativas nesse sentido vêm, muitas vezes, de cima para baixo, quando a empresa “decide” que os colaboradores deverão ser simpáticos e assim trabalharem de bom humor. “Baixo astral [...]]]></description>
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		</div>
<p>Gestão de Carreira</p>
<p>Ambientes de trabalho onde circulam por todos os cantos os ares da educação, da gentileza, do respeito às diferenças precisam ser estimulados. Acontece que iniciativas nesse sentido vêm, muitas vezes, de cima para baixo, quando a empresa “decide” que os colaboradores deverão ser simpáticos e assim trabalharem de bom humor.</p>
<p>“Baixo astral e mau humor não têm lugar aqui” comentou enfurecido o gerente.</p>
<p>Nesse caso, o exemplo da liderança pode não mobilizar o bom humor, tornando,ao contrário, o ambiente pesado. Além disso, o estímulo à acirrada competição interna,<br />
- acredito que a pior concorrência está dentro e não fora das empresas, tem levado alguns a se tratarem mal no trabalho, tornando o seu próprio cotidiano um inferno.</p>
<p>Chegar de “cara feia” para trabalhar é munição para um dia inteiro de guerrinhas internas e de outras tantas “caras feias”. O sentimento é contagiante. Acessos de riso e de estupidez podem se multiplicar rapidamente e contaminar todo o ambiente.</p>
<p>É evidente que quem tem prazer naquilo que faze, por exemplo, trabalha em contato com o público e gosta de pessoas, terá vantagem sobre outros que estão ao lado, olhando o relógio e não vendo os ponteiros se mexerem.</p>
<p>Assim, a pergunta é: como é possível mudar o clima no trabalho? Bem, se o baixo astral vem do líder, as coisas ficam um pouco complicadas, pois a pressão é maior.</p>
<p>Porém, quando o clima entre os colegas está tenso, com muitas tarefas para serem feitas, pouca gente para executá-las, é preciso dar uma boa respirada, quem sabe uma volta na quadra, telefonar para um amigo engraçado, sempre tem um, procurar um colega para rir da própria desgraça, enfim, tentar ultrapassar as nuvens pretas e ver o sol de novo.</p>
<p>O ambiente pesado torna as coisas mais difíceis. Vivemos uma crise de “isso não é comigo”, de “estou fazendo a minha parte, o outro que se dane”, que acabamos reduzidos a uma visão de mundo do tamanho do nosso umbigo.</p>
<p>Um pouco pequena, não é mesmo? Além disso, a escassez de expressões como “desculpe”, “obrigada”, “posso lhe ajudar?”, “conta comigo”, “parabéns”, “que bom que você conseguiu”, andam escassas. Segurar a porta do elevador e deixar passar na frente é uma atitude desconhecida para muitos. Imagine, então, atender ao telefone do colega que está tocando na mesa ao lado? “Nem pensar, tenho mais o que fazer” é o que muitos pensam.</p>
<p>“Quebrar um galho”, substituir uma folga, dar um recado, esperar para almoçar juntos, apagar a luz ao sair, fechar a torneira enquanto faz a barba ou lava os dentes, carregar os pacotes para a irmã ou esperar de bom humor, um amigo que se atrasou são, hoje em dia, atitudes de respeito e de cordialidade oriundas daqueles que são pós doutores em educação.</p>
<p>Uma elite no mercado onde tirar vantagem, enganar, fazer de conta que não viu são estratégias imprescindíveis para conquistar objetivos profissionais propostos.</p>
<p>No entanto, sabe-se que o bom humor, a gentileza e a solidariedade formam um equilibrado tripé para aqueles que desejam se manter no mercado. A armadilha é que a educação que cada vez menos se encontra, aparece como um valor de muita liquidez no mundo dos profissionais e das empresas que pretendem competir daqui para frente.</p>
<p>Por Dulce Ribeiro</p>
<p>Fonte: Gestão de Carreira | <a href="http://www.gestaodecarreira.com.br/coaching/clima-organizacional/por-favor-colega.html">www.gestaodecarreira.com.br</a></p>
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		<title>Treinamento dá Resultado?</title>
		<link>http://www.rstar.com.br/blogstar/index.php/2010/06/21/treinamento-da-resultado/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 11:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gilclér Regina O que muita gente questiona é o seguinte: Se eu treinar o funcionário e depois ele for embora? A resposta mais simples e prática que tenho dado é esta: Muito pior será se você não treiná-lo e ele ficar. Então, por que treinar motivação? Isso existe? Ora, a motivação é como um banho, [...]]]></description>
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<p>Gilclér Regina</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.rstar.com.br/blogstar/wp-content/uploads/2010/06/sleep-learning.jpg"><img class="size-full wp-image-2172 aligncenter" title="sleep-learning" src="http://www.rstar.com.br/blogstar/wp-content/uploads/2010/06/sleep-learning.jpg" alt="sleep-learning" width="450" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O que muita gente questiona é o seguinte: Se eu treinar o funcionário e depois ele for embora? A resposta mais simples e prática que tenho dado é esta: Muito pior será se você não treiná-lo e ele ficar.</p>
<p>Então, por que treinar motivação? Isso existe? Ora, a motivação é como um banho, não dura, tem que tomar diariamente. Então tem que treinar sempre.</p>
<p>E o treinamento também oferece uma visão de empreendedor? Que visão o treinamento pode oferecer? Seja você empresário ou empregado, você tem que se profissionalizar. Ao abrir um negócio, você deixa de ter um patrão e passa a ter vários, que são os clientes. Não pode apenas pensar em sobreviver, mas em crescer, pois sempre terá alguém que estará fazendo melhor que você, e se você não crescer, vai fechar.</p>
<p>Então, por que as empresas quebram? Elas quebram por causa da falência motivacional. Uma empresa não quebra hoje, quebra cinco anos antes. Os maiores entraves são a falta de planejamento, o não acompanhamento das novas tecnologias, não conhecer o que se quer fazer e o não comprometimento das pessoas e aí falta também muito treinamento.</p>
<p>Quando se oferece uma visão nova através de palestras e treinamentos, é enxergar muitas vezes o que todo mundo está vendo, porém, de uma forma diferente. É mostrar que o novo não está apenas nos ingredientes, mas na forma como são misturados. Assim, criatividade não é somente gerar coisas novas&#8230; É abandonar coisas velhas.</p>
<p>Aqui no Brasil ainda há muita confusão. Faz-se um forno novo e o mesmo é financiado como inovação sendo que esta não ocorreu, ou seja, não aconteceu nada de novo.</p>
<p>Quando reciclamos motivação, falamos do cotidiano das empresas, mostramos que ousadia é fazer diferente num mundo de iguais. Um exemplo? Tem empresa que faz sua reunião em torno de uma mesa de algum café. Nada de escritório ou sala de reuniões. Isso quebra a rotina e deixa as pessoas mais abertas ao novo.</p>
<p>O seu trabalho é sua marca&#8230; Assim como uma marca começa com um sonho, mas com olhos bem abertos, seu trabalho começa a ser construído bem antes na alma e na mente. E o fruto destes pensamentos poderá levá-lo ao sucesso se estes forem positivos e ao fracasso se estes forem negativos.</p>
<p>Entender hoje que a vida é uma maratona e não uma emergência é muito importante. Faz você encarar a vida como uma viagem e perceber que esta é mais importante que o destino. A felicidade não é o destino, é a viagem. Você é feliz no dia a dia e não esperando um grande evento que vai acontecer.</p>
<p>Enfim, treinar é o sentido de melhorar o que já se tem. Até a espiritualidade pode ser melhorada, a partir da compreensão que Deus está no comando de tudo.</p>
<p>Fonte:  Gilclér Regina | <a href="http://www.gilclerregina.com.br/">www.gilclerregina.com.br</a></p>
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		<title>A Escolha de Sofia</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 16:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tom Coelho]]></category>
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		<description><![CDATA[Tom Coelho “Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você.” (Steve Beckman) No mundo corporativo de hoje os profissionais são constantemente colocados à prova mediante dilemas que lhes são apresentados. Por exemplo, o que fazer quando a empresa exige tanto do executivo que ele tem que escolher entre a vida pessoal e a profissional? [...]]]></description>
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		</div>
<p>Tom Coelho</p>
<p><a href="http://www.rstar.com.br/blogstar/wp-content/uploads/2010/06/sophies_choice.jpg"><img class="size-full wp-image-2115 alignleft" title="sophies_choice" src="http://www.rstar.com.br/blogstar/wp-content/uploads/2010/06/sophies_choice.jpg" alt="sophies_choice" width="200" height="200" /></a></p>
<p>“Você faz suas escolhas</p>
<p>e suas escolhas fazem você.”</p>
<p>(Steve Beckman)</p>
<p>No mundo corporativo de hoje os profissionais são constantemente colocados à prova mediante dilemas que lhes são apresentados. Por exemplo, o que fazer quando a empresa exige tanto do executivo que ele tem que escolher entre a vida pessoal e a profissional?</p>
<p>Primeiro, vamos compreender o que é um dilema. Etimologicamente, trata-se de uma decisão entre duas alternativas contraditórias e mutuamente insatisfatórias. Você quer as duas coisas, mas só pode optar por uma. A escolha é tensa, árdua e, por vezes, dolorosa.</p>
<p>Em 1982, o diretor norte-americano Alan J. Pakula, à época já consagrado pelo filme “Todos os homens do presidente”, que narrava a investigação do caso Watergate, comandou Meryl Streep e Kevin Kline na obra-prima “A escolha de Sofia”. O filme contava a história de uma mãe polonesa que durante a Segunda Guerra Mundial é forçada por um soldado nazista a escolher um de seus dois filhos para ser morto sob pena de ambos serem executados –um autêntico dilema.</p>
<p>De volta às empresas, quem disse que carreira e vida pessoal são faces de uma mesma moeda que não pode manter-se em pé? O equilíbrio, do latim aequilibrium, remete à manutenção do mesmo nível (aequus) das balanças (libra). Em suma, conciliar vida pessoal e profissional não é uma escolha de Sofia!</p>
<p>É importante compreender que estes dois universos são indissociáveis, ou seja, não há como separar um do outro, acreditando que o profissional, ao adentrar os domínios da empresa, deixará do lado de fora problemas como um filho enfermo, contas atrasadas ou relacionamento conjugal em crise, dedicando-se integralmente às metas corporativas com plena produtividade.</p>
<p>Decerto há momentos que nos exigem esforço e dedicação superiores. Horas de trabalho que avançam pela madrugada, por dias sucessivos, regadas a fast food e breves cochilos, negligenciando a família e os interesses pessoais. Tudo para concluir um projeto, desenvolver um produto ou conquistar um novo cliente. O problema ocorre quando um evento circunstancial como este se torna rotineiro.</p>
<p>Se você é solteiro ou está em início de carreira, é possível que aceite de bom grado assumir o papel de workaholic imposto pela empresa –ou autoimposto. E sentir-se feliz e realizado com esta opção.</p>
<p>Porém, se as demandas corporativas estão além do que você gostaria, trazendo-lhe desconforto, assuma as rédeas da situação. Trabalhe com afinco durante sua jornada, aprenda a delegar tarefas operacionais e demonstre ao seu empregador que não é a quantidade de horas, mas a qualidade das horas trabalhadas o fator determinante para seu bom desempenho e o sucesso da organização.</p>
<p>Procure dialogar com seu superior hierárquico, determinando uma agenda positiva, capaz de atender expectativas da empresa e contemplar seus interesses pessoais.</p>
<p>Porém, se ficar claro que a corporação na qual você está tem perfil patológico ou é liderada por pessoas que não enxergam nada além da última linha do balanço –apesar de toda uma retórica voltada à motivação e incentivo à qualidade de vida– considere buscar uma recolocação no curto ou médio prazo.</p>
<p>Lembre-se de que sua escolha não deve ser entre a vida pessoal ou profissional, mas entre ser feliz ou infeliz.</p>
<p>Por Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países.</p>
<p>Fonte: Tom Coelho | <a href="www.tomcoelho.com.br">www.tomcoelho.com.br</a></p>
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		<title>Como conquistar o bem-estar profissional</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 16:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Atitude mais positiva]]></category>
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		<category><![CDATA[Como conquistar o bem-estar profissional]]></category>
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		<description><![CDATA[Epocas Negócios Com uma atitude mais positiva, a vida profissional pode se transformar em fonte de satisfação, desenvolvimento e conquista pessoal. O primeiro passo é aceitar que realmente se pode ser feliz no trabalho Você anda contente com seu trabalho ou completamente desmotivado? Está entre aqueles empolgados com as atividades do dia a dia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><span class="style54">Epocas Negócios</span></p>
<p>Com uma atitude mais positiva, a vida profissional pode se   transformar em fonte de satisfação, desenvolvimento e conquista pessoal.   O primeiro passo é aceitar que realmente se pode ser feliz no trabalho</p>
<p>Você anda <strong>contente</strong> com seu <strong>trabalho </strong>ou</p>
<p>completamente <strong>desmotivado</strong>? Está entre aqueles   empolgados com as atividades do dia a dia e com o ambiente profissional   ou faz parte do grupo que diz ou pensa &#8220;maldita segunda-feira&#8221; e não vê a   hora de sexta-feira chegar?</p>
<p>Segundo um estudo da   empresa de consultoria Towers Watson, realizado em 22 países com 22 mil   trabalhadores, cerca de metade da população admite não estar satisfeita   em suas atividades profissionais, embora a maioria assegure não ter   intenção de buscar emprego no momento, devido à visão pessimista que tem   do mercado.</p>
<p>Em geral, as pessoas buscam   sobretudo estabilidade e segurança na empresa onde trabalham, com um   projeto a longo prazo na instituição, constata o relatório &#8220;Estudo   Global sobre a Força de Trabalho&#8221; feito pela Towers Watson a cada dois   anos.</p>
<p>&#8220;A recessão econômica global impactou no   comportamento das pessoas e estimula a maioria dos empregados a   sacrificarem a flexibilidade no trabalho e o progresso da carreira por   um emprego seguro. Mas isso não quer dizer que os profissionais   devam sacrificar também a satisfação nem o bem-estar ao obter o   trabalho&#8221;, assinala o psicólogo Antonio de la Torre, especialista em   terapia gestalt e transpessoal.</p>
<p>Para ele, &#8220;se   hoje a maioria prefere aplicar ao trabalho a regra de &#8216;mais vale um   pássaro na mão do que dois voando&#8217;, o que é facilmente compreensível   dado o contexto atual de crise e incerteza econômica, o objetivo   consistirá em passar o melhor possível o tempo de segunda-feira a   sexta-feira durante o horário de trabalho&#8221;.</p>
<p><strong>A   palavra de ordem: mudança de atitude</p>
<p></strong></p>
<p>&#8220;Caso se opte em permanecer no trabalho em vez de tentar trocá-lo, a   pessoa terá de encontrar a forma de trabalhar mais à vontade&#8221;, assinala   De la Torre. Segundo ele, &#8220;com uma atitude mais positiva, o trabalho   pode se tornar uma das maiores fontes de prazer, desenvolvimento e   conquistas pessoais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quando   alguém assume que pode e deve desfrutar de sua atividade ou profissão,   consegue simplificar as tarefas diárias e as enfoca de um modo mais   criativo e produtivo&#8221;, explica o psicólogo. &#8220;O primeiro passo é aceitar   que de fato se pode ser feliz no trabalho. Temos de olhar para nosso   próprio interior e cargo atual, em vez de tentar escapar para outros   horizontes trabalhistas, pois a solução pode estar mais perto do que   pensamos. Em todo caso, temos de assumir que nossa própria satisfação   depende de nós mesmos&#8221;, acrescenta.</p>
<p>De acordo com De la Torre, &#8220;em todas as empresas, da mesma forma que nas   famílias, universidades e diferentes ambientes humanos, há problemas,   conflitos pessoais, favoritismos, injustiças, ordens que ninguém   entende, erros manifestos. Não se pode fugir deles&#8221;. &#8220;É pouco realista   esperar encontrar um ambiente de trabalho perfeito, porque nem o mundo   nem as pessoas o são. É nossa responsabilidade buscar a maneira de   ficarmos à vontade em nossa atividade atual&#8221;, sugere o especialista.</p>
<p>Para um melhor bem-estar profissional, ele propõe   várias atividades que nos gratifiquem e ajudem a melhorar o ambiente   profissional. Um exemplo é fazer &#8220;exercícios antes de trabalhar para   eliminar a adrenalina, buscar a forma mais simples e eficaz de cumprir   as tarefas, decorar a mesa com plantas ou objetos agradáveis ou levar ao   escritório nossos CDs favoritos para ouvi-los ali&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não se pode ser vencido pelo tédio ou pela tristeza, trabalhar de   forma automática ou buscar válvulas de escape pouco saudáveis, como o   álcool ou o fumo. Deve-se buscar a forma de fazer as coisas de uma forma   diferente e mais criativa, o que nos permitirá sair da rotina,   desfrutar mais e não nos desgastar no trabalho ou o no escritório&#8221;,   aconselha o psicólogo.</p>
<p>Para ele, &#8220;é preciso   estipular metas e desafios, oferecer-se para fazer parte de um novo   projeto e mostrar-se disposto a provar alguma atividade que nunca   desempenhou. Com isso, a pessoa descobrirá um horizonte mais amplo e   estimulante que o anterior&#8221;.</p>
<p>Se você muda suas   atitudes, &#8220;talvez continue em um trabalho rotineiro ou que não é   exatamente o de seus sonhos, mas a novidade lhe dará estímulo e   excitação. Da mesma forma que na relação entre um casal, a rotina é o   pior inimigo também no aspecto profissional&#8221;.</p>
<table border="0" width="353">
<tbody>
<tr>
<td width="347"><span class="style54">Fonte: Epocas Negócios | <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI144468-16349,00-COMO+CONQUISTAR+O+BEMESTAR+PROFISSIONAL.html" target="_self">www.epocanegocios.globo.com</a></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"><img src="http://www.centoevinte.com.br/star/toque/54/img/barra.jpg" alt="" width="455" height="2" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Um roteiro de vida profissional consciente</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 16:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rock Star</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Coach]]></category>
		<category><![CDATA[É importante conscientizar-se]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Nesta era da globalização]]></category>
		<category><![CDATA[O projeto de carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Profissional consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecer quais são seus pontos fracos e fortes]]></category>
		<category><![CDATA[Um roteiro de vida profissional consciente]]></category>

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		<description><![CDATA[Roraima em Foco Nesta era da globalização, era marcada por demasiada competitividade, mudanças e incertezas, torna-se imprescindível que cada profissional elabore e mantenha sempre atualizado o seu projeto de carreira. O projeto de carreira contribuirá para que o profissional não apenas sobreviva neste mercado altamente competitivo, mas contribuirá e muito para que este profissional alcance [...]]]></description>
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<p>Roraima em Foco</p>
<p>Nesta era da globalização, era marcada por demasiada competitividade, mudanças e incertezas, torna-se imprescindível que cada profissional elabore e mantenha sempre atualizado o seu projeto de carreira.</p>
<p>O projeto de carreira contribuirá para que o profissional não apenas sobreviva neste mercado altamente competitivo, mas contribuirá e muito para que este profissional alcance desenvolvimento e crescimento em sua carreira, garantindo assim, sua empregabilidade, impedindo-o de correr o risco não só da estagnação, mas também o impedindo de ser pisoteado no mercado, evitando assim, a sua expulsão.</p>
<p>O maior responsável, pela elaboração deste projeto de carreira, é você profissional. Ninguém fará isso por você. Apenas você saberá quais são os seus anseios, necessidades, objetivos, desejos e aonde quer chegar.</p>
<p>Este projeto de carreira deverá ser elaborado com muita atenção, pois será o seu projeto de vida profissional; por isso é imprescindível que você profissional faça uma bem feita auto-análise. A auto-análise é uma ferramenta valiosa para o seu autoconhecimento, essencial para que ocorra o desenvolvimento e o crescimento.</p>
<p>A elaboração de um projeto de carreira implica na relação de pensar e repensar o passado, o presente, bem como o futuro de forma cautelosa. É o exercício do pensar e do repensar quanto ao profissional que você é e o profissional que você deseja ser. É preciso que você coloque no papel quais são os seus anseios, objetivos, metas, habilidades, competências, atitudes, comportamentos e conhecimentos.</p>
<p>É preciso também, reconhecer quais são seus pontos fracos e fortes, quais estratégias traçar para transformar seus pontos fracos em fortes e melhorar. Enfim, quais medidas tomar para investir em você, quando, como e onde. Para facilitar, trace um cronograma. No projeto de carreira deve ficar claro para você quais providências cabíveis tomar para que você concretize seu plano e alcance o retorno esperado.</p>
<p>Ter bom senso, ser flexível e realista é de fundamental importância quando da elaboração de um projeto de carreira, mas não se pode esquecer que, todo e qualquer profissional deve sonhar, pois, o sonho irá impulsioná-lo à ação, propiciando assim o seu desenvolvimento e crescimento profissional.</p>
<p>É de suma importância lembrar que este projeto de carreira é um roteiro que irá contribuir e muito para o desenvolvimento e crescimento do profissional, uma vez que terá suas metas escritas e de forma clara e definida; portanto, deverá ser monitorado sistematicamente, reformulado e atualizado, e o profissional deverá ficar sempre atento quanto às metas almejadas e persegui-las sempre, para assim, obter êxito quanto às ações traçadas.</p>
<p>Lembre-se sempre que, o projeto de carreira terá a sua “cara”; portanto, além de anseios, desejos, metas e objetivos, estarão imbricados no mesmo, seus princípios e valores, bem como sua conduta ética. É imprescindível ter em mente que comportamento e atitude são cruciais em sua carreira profissional, uma vez que podem influenciar de forma negativa e/ou positiva na mesma.</p>
<p>E isto merece toda atenção especial. Torna-se necessário repensar sobre suas atitudes, além dos seus comportamentos, realizando a reeducação, para evitar futuros dissabores em sua carreira profissional, o que poderá comprometer todo o seu projeto.</p>
<p>Talvez, ao final de seu plano, você até se surpreenda, como por exemplo, você poderá concluir que, para alcançar o que espera, deverá migrar de um departamento para outro, de um cargo para outro e/ou até de uma empresa para outra, e então, torna-se necessário fazer o seu currículo e enviá-lo às empresas &#8211; alvo, para assim, viabilizar a concretização de seu plano.</p>
<p>É importante lembrar que é através do projeto de carreira que o profissional irá enxergar as oportunidades e que este é de grande valia, pois, além de contribuir no que tange a reestruturação da vida profissional do mesmo impulsionando-a para melhor, irá contribui também para que este profissional faça o diferencial no mercado.</p>
<p>É importante também lembrar que o seu caminho e a forma de caminhar, é sempre você quem define. Portanto, saber aonde quer chegar e como fazer para alcançar o resultado esperado, é de fundamental importância para qualquer profissional que hoje se encontra neste mercado globalizado e competitivo.</p>
<p>É importante conscientizar-se que a carreira é o seu maior bem, e que, quem é o maior interessado em sua carreira é você mesmo; assim, cuidar de sua carreira passa a ser mais do que uma obrigação, passa a ser um dever, e esta responsabilidade é inteiramente sua.</p>
<p>Fonte: Roraima em Foco | <a href="http://www.roraimaemfoco.com/colunistas/marizete-furbino/15559-artigo-projeto-de-carreira--um-roteiro-de-vida-profissional-consciente-marizete-furbino.html">www.roraimaemfoco.com</a></p>
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