Idéias Ameaçam Chefes Inseguros
Existe uma premissa básica: o discurso precisa ser igual à prática, pois o processo de liderança é de educação e isso vale para a empresa, para a família e para a escola.
Não é suficiente treinar a linha de frente para “resolver” o problema do cliente com rapidez se a “linha de trás” não resolve o seu problema com agilidade.
Em algumas empresas do setor público, o funcionário receber a incumbência de “atender o balcão” é o mesmo que receber um castigo. O conceito é: “Fica aí atendendo toda essa gente, já que não podemos te demitir”.
Os “chefes” ou “gerentes” normalmente “não precisam ou não tem tempo para cursos de atendimento ou que falem de clientes”. Para os chefes, quem precisa atender o cliente é quem está na linha de frente e fim.
Já tive oportunidade de ver idéias maravilhosas serem desvalorizadas por terem sido geradas por funcionários sem cargo algum, mas com uma enorme vontade de recriar, de fazer acontecer.
Já tive nos meus idos tempos, idéias “roubadas” por superiores e mesmo consultores externos, porque naquele momento o meu cargo era “insignificante”. Com um ambiente destes, quem vai querer contribuir com boas e novas idéias?
Idéias assim ameaçam chefes inseguros que escondem sua incompetência com a sujeira debaixo do tapete e preferem treinamentos “empacotados e sem emoção”. Não entendem que mais do que simplesmente treinar é preciso educar.
A maneira como as pessoas estão desempenhando os seus papéis como seres humanos dentro das empresas precisa ser repensada para que o crescimento seja no mínimo, saudável para todos e promova o desenvolvimento, afinal, vivemos de resultados.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Fonte: Portal do Marketing | www.portaldomarketing.com.br