Lotus desenvolve pacote para a Fórmula Indy

Fórmula Indy

A Lotus, famosa marca britânica, está desenvolvendo um novo pacote aerodinâmico para a Fórmula Indy. O modelo foi aprovado neste mês e deverá estrear na temporada 2012, de acordo com a revista inglesa Autosport. De acordo com a publicação, a responsável pela construção é a empresa Dallara, da Itália.

Daqui dois anos cada equipe poderá desenvolver sua aerodinâmica. “Queremos desenvolver nosso kit. Essa é uma evolução natural do envolvimento com a F-Indy”, garantiu o diretor Claudio Berro.

Atualmente, a Lotus tem parceria com a KV Racing Technology, cujos pilotos são Mario Moraes, Takuma Sato, Ernesto Viso e Paul Tracy.

Fonte: Fórmula Indy | www.band.com.br

Gerenciamento de Projetos: Os 10 mandamentos

Efetividade.net

O gerenciamento de projetos é um assunto que está em voga, e artigos sobre o tema pipocam em todas as mídias. A ComputerWorld não foge à regra, e publicou na sua seção Management um interessante artigo propondo os 10 mandamentos do gerenciamento de projetos.

Segundo o subtítulo, estes mandamentos vão levar sua organização à terra prometida da cultura baseada em projetos. Eu não faria uma afirmação tão ampla, mas tenho certeza de que eles podem provocar algumas reflexões interessantes.

Por ser produto da ComputerWorld e ter como autor James M. Kerr, cuja carreira foi na gestão de TI, o texto tem forte inclinação para os aspectos que afetam a área de tecnologia nas organizações. Mas mesmo que não seja o seu caso, certamente você pode adaptar grande parte das propostas à sua realidade.

Aparentemente, o artigo “The Ten Commandments of Project Management” ainda não foi traduzido pela ComputerWorld brasileira. Mas abaixo você encontra uma tradução parcial, com algumas adaptações e flexões para melhor adaptar o texto à realidade brasileira.

Leia também: “Gerenciamento de Projetos: uma versão “light” para aplicar em pequenos projetos” e “Gerenciamento de projetos pessoais: Não faça suas estimativas no vácuo“, aqui no Efetividade.net.

Os 10 mandamentos do gerenciamento de projetos

I – Estreitarás teus escopos. Nada é pior do que um projeto interminável. Ele pode sugar todos os recursos e esgotar até mesmo a equipe mais motivada. Para manter os projetos firmes e orientados, concentre seus maiores esforços em projetos menores, que tenham entregas (“deliverables“) alcançáveis e que possam cumprir seus prazos. A longo prazo, uma série de vitórias pequenas tem mais impacto sobre a organização do que uma gigantesca orquestra sinfônica que nunca chega a tocar.

II – Não tolerarás equipes inchadas. Uma boa maneira de começar com o pé direito é garantir que a equipe do projeto terá o tamanho certo. Equipes maiores são mais difíceis de motivar e administrar, e as personalidades podem ficar no meio do caminho, atrapalhando o trabalho. Não existe um tamanho ideal para a equipe, mas uma boa regra empírica é ter uma pessoa para cada papel e um papel para cada pessoa. Se alguns integrantes tiverem que desempenhar mais de um papel, tudo bem – se você for errar o dimensionamento, erre a favor de uma equipe menor.

III – Exigirás dedicação de todas as áreas envolvidas. Se a área de TI aceitar um prazo apertado, mas parte dos documentos de projeto precisar ser aprovado pelas demais áreas da organização, e elas não estiverem comprometidas da mesma forma, o projeto acaba virando uma gincana. Se as áreas de negócio aceitam um prazo apertado, mas dependem de um aplicativo a ser desenvolvido pela área de TI, que não está comprometida da mesma forma, o projeto também acaba virando uma gincana. O gerente de projeto deve se posicionar de forma a que todas as áreas diretamente envolvidas no sucesso do projeto estejam comprometidas, e disponíveis na medida da necessidade, desde o princípio.

IV – Estabelecerás um comitê para analisar o andamento. O comitê de acompanhamento, qualquer que seja seu título oficial, é o corpo diretivo do projeto. Ao mesmo tempo em que lida com questões relacionadas às políticas e estratégias da empresa, ele pode e deve remover as lombadas e obstáculos do caminho do projeto. Um arranjo típico envolve reuniões quinzenais das áreas de gerência intermediária envolvidas no projeto, para analisar seu andamento e verificar como se envolver das formas descritas acima.

V – Não consumirás tua equipe. O ‘burnout’, ou esgotamento físico e mental dos membros da equipe, causado pelo stress e esforço das atividades, não é incomum. Fique atento às necessidades das pessoas e evite este efeito que reduz a efetividade da equipe – não planeje de forma que o envolvimento das pessoas vá exigir sacrifícios incomuns e continuados. Em particular, evite o efeito do envolvimento serial: o popular efeito “sempre os mesmos” – pessoas que se destacam por resolver bem os problemas que recebem, e assim acabam sendo envolvidos em mais projetos do que seria racional, gerando stress para elas, e disputa de recursos para os projetos.

VI – Buscarás apoio externo quando necessário. Adotar consultores em gerenciamento de projetos é uma forma de prevenir o esgotamento. Além de aumentar as equipes, os especialistas externos muitas vezes podem trazer valiosas novas idéias, perspectivas e energias. É essencial trazer o profissional certo no momento certo: especialistas nos aspectos técnicos e de mercado não são a mesma coisa que especialistas em gerenciamento de projetos. Considere as características do projeto e da equipe antes de definir o tipo de apoio externo necessário.

VII – Darás poder às tuas equipes. Equipes de projeto que já estejam se esforçando para cumprir seus escopos e prazos não precisam ter preocupações adicionais com questões formais como o preenchimento de formulários de registro de atividades para seus departamentos, ou participação em reuniões periódicas de seu órgão de origem. Ao invés disso, eles devem ter o poder discricionário de dedicar-se às atividades essenciais e que agregam valor ao projeto, e a estrutura deve se esforçar para adaptar-se a estas condições. Mas é importante que os membros da equipe correspondam a esta confiança, saibam claramente o que se espera deles e de que forma devem usar sua iniciativa.

VIII – Usarás ferramentas de gerenciamento de projetos. Tarefas mundanas de gerenciamento de projetos podem ser automatizadas. Procure ferramentas que ofereçam acompanhamento do andamento, gerenciamento de tarefas, gerenciamento do fluxo de trabalho e análise de recursos, e que funcionam em uma plataforma de Intranet que promova o compartilhamento e a comunicação. Mas lembre-se de que usar tecnologias que acrescentem uma camada extra de complexidade a um projeto já desafiador por si pode não ser uma boa idéia.

IX – Reconhecerás o sucesso. Todos os participantes do projeto devem ser reconhecidos de forma positiva pelo esforço que praticaram. As recompensas não precisam ser extravagantes. É fundamental que a origem real do reconhecimento – seja a Presidência, a direção da filial regional, o principal patrocinador do projeto ou o seu gerente – fique clara para todos, e que se manifeste de forma tão individual e personalizada quanto possível.

X – Não tolerarás gambiarras. Políticas sólidas de gerenciamento de projetos devem eliminar antecipadamente a tentação de recorrer a alternativas rápidas e rasteiras, que só levam a erros, desperdício, retrabalho e frustração.

Estes são os mandamentos da gestão de projetos segundo James Kerr. Que tal aproveitar para incluir nos comentários alguns mandamentos adicionais que você aprendeu em sua própria experiência ou que sejam adotados em sua organização?

Fonte: Efetividade.net | www.efetividade.net

O Brasil é Outro!

Gilclér Regina

Estive recentemente em Portugal realizando uma turnê de palestras e percebi que o povo europeu se refere ao nosso país como a potência do século XXI. Alguns estudos mostram que o consumo crescerá e por conseqüência precisaremos de mais profissionais preparados em todas as áreas.

Segundo estudos da PricewaterhouseCoopers divulgados em Londres em janeiro deste ano, o Brasil será a quinta economia do mundo já em 2013, sendo que atualmente é a sexta maior economia.

Nos tempos do meu pai e do meu avô eu ouvia: “Menino, o Brasil é o país do futuro”. Percebo hoje muita gente que ainda pensa assim, não encara o Brasil como país do presente, com todas as suas conquistas e evolução. Até quando vão duvidar? Somos potência meus amigos e precisamos nos acostumar com isso.

O Brasil é outro. Não estou falando de futebol e sim da nossa economia mesmo, de nosso país como um todo. A melhora visível de nosso país não é fruto de governos, estes, quanto menos atrapalharem, melhor.

O que o país precisa de um governo é saúde, educação e infra-estrutura, o resto é conversa fora. E crescemos sim, com todos os descaminhos, corrupções que se avizinharam no poder, mazelas políticas etc.. Nosso país é o único no mundo que tem todas as prerrogativas, aqui tem solo fértil, água em abundância, povo trabalhador. Melhor reunir isso num governo que a gente possa cobrar de verdade e não apenas na ficção.

É uma questão de merecimento do país, da sociedade organizada, de empresários batalhadores e povo trabalhador.

Mas temos hoje uma baita oportunidade de crescimento nas vendas, nos produtos, nos serviços, no turismo com a aproximação da Copa e das Olimpíadas. E já demonstramos ao mundo nossa força ao entrarmos por último e sairmos primeiro da última crise financeira global.

A palavra mais importante do dicionário é atitude. Se ela vier acompanhada de ousadia, me permita uma: O Brasil está em céu de brigadeiro. Para aqueles que estão em cima do muro, a palavra mais importante passa a ser: decisão.

Aos medrosos e pessimistas um recado: Mudem enquanto há tempo. Mudem e o mundo mudará com vocês. O seu concorrente hoje não mora mais do lado, ele pode vir da China ou de outro rincão remoto de qualquer parte do mundo.

E resultados acontecem a partir do desejo da mudança, de um novo aprendizado, da vontade de fazer, das atitudes de nossas equipes o que proporcionará a sustentabilidade do nosso negócio e das instituições.

Reúna seu time e avise a cada um que a hora é agora.

Fonte: Gilclér Regina | www.gilclerregina.com.br

Felipe Giaffone assume a ponta do campeonato

Fórmula Truck

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Piloto é o novo líder da Temporada 2010

O piloto Felipe Giaffone, da equipe Volkswagen, é o novo líder da Temporada 2010 da Fórmula Truck. Giaffone assumiu a ponta da tabela após a disputa da quinta etapa do campeonato, realizada no último domingo, no autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Depois de cair para a última colocação, após um levar um toque na segunda volta, o atual campeão da categoria fez uma prova de recuperação e chegou na quarta colocação, assumindo a ponta do campeonato de pilotos com 98 pontos.

Giaffone tem agora um ponto a mais que seu companheiro de equipe, Valmir Benavides, que não marcou pontos. Entre as marcas, a Volkswagen permanece na liderança, com 230 pontos, 53 a mais que a segunda colocada.

“Foi um dia extremamente movimentado. Logo no início da prova, recebi um toque e sai da pista. Pensei que minha corrida tinha terminado ali. Consegui voltar à competição, mesmo estando em último, e ainda tive que trocar um pneu, que furou após o acidente.

A equipe foi brilhante e fizemos a troca em tempo recorde, pouco mais de um minuto”, diz Giaffone, que aproveitou uma intervenção do Pace Truck para trocar o pneu e, com isso, não perdeu uma volta. Mas ele ainda teve que cumprir uma punição por queima de radar na reta dos boxes (160 km/h), perdendo assim mais tempo na prova paulistana.

Partindo da última colocação, o piloto da equipe Volkswagen fez uma das principais atuações do final de semana, ao ultrapassar diversos adversários e chegar na quarta colocação - chegando a apenas 0s01 do terceiro.

“Fiquei impressionado com a resistência do caminhão Volkswagen Constellation. Imprimi um ritmo forte de corrida em todas as voltas, porque sabia que teria que acelerar tudo para conseguir voltar à zona de pontuação. Terminar a corrida no pódio e saindo daqui na liderança do campeonato foi muito gratificante depois de uma corrida tão movimentada”, diz Giaffone.

Fonte: Fórmula Truck | www.formulatruck.com.br

Carreata Stock Car agita Salvador

Stock Car

Na tarde desta terça-feira (27) a Stock Car começou a esquentar seus motores em Salvador, agitando a cidade que será a sede do GP Bahia Stock Car, dias 14 e 15 de agosto, válido pela sexta etapa da Copa Caixa Stock Car e pela terceira prova do ano do Mini Challenge. A carreata com quatro carros, sendo três da divisão principal e um modelo Mini Cooper, percorreu algumas das principais ruas da orla da capital baiana, e deram o pontapé inicial nas atividades da etapa baiana. Os pilotos Max Wilson, da Eurofarma RC (Chevrolet), Daniel Serra, da Red Bull Racing (Peugeot), e Nonô Figueiredo, da Cosan Mobil Super Racing (Chevrolet), todos da Copa Caixa Stock Car, e o baiano Patrick Gonçalves, do Mini Challenge fizeram a alegria dos fãs e dos apaixonados por automobilismo da Bahia.

O dia começou chuvoso em Salvador. Mas logo o sol se abriu, porém ainda na concentração, enquanto a carreata Stock Car se preparava para sair, rumo ao Farol da Barra, São Pedro não perdoou e mandou mais chuva, porém nem isso impediu que a energia do povo baiano contagiasse a Família Stock Car, que mesmo sob uma garoa forte e constante, fez muito barulho e agitou a capital baiana. No caminho, a chuva deu uma trégua, e a carreata parou a cidade de Salvador.

Nas ruas por onde a carreata passou muitas pessoas acenavam e paravam para ver as máquinas da principal categoria do automobilismo nacional. E mostraram que a Stock Car já chegou a Salvador. A cidade, por sua vez, comprovou que já está totalmente no clima para receber as feras da velocidade, prevendo mais um sucesso de público.

A presidente da Federação de Automobilismo da Bahia (FBA), Selma Moraes, esteve presente na carreata e fez questão de acompanhar todo o desfile. Ela se orgulhou da participação do público. “Já estamos no clima da Stock Car faz tempo. O povo baiano está muito feliz em receber novamente a principal categoria do automobilismo nacional. A carreata de hoje, mesmo debaixo de chuva, comprovou isso. Todos participaram e fizeram questão de prestigiar. Acredito que Salvador vai bater novamente o recorde de público”, enfatizou a presidente. “Os pilotos retribuíram e estão contentes em correr aqui. Mesmo sem autódromo, conseguimos ter a mais importante corrida do automobilismo brasileiro. Isso é um motivo de festa”, completou.

O anfitrião Patrick Gonçalves, piloto do Mini Challenge, era só festa. “A chuva foi só para lavar a alma e abençoar a Família Stock Car”, brincou o baiano. “Essa carreata é só uma “amostra” do que os fãs poderão esperar. Com certeza será uma festa bonita. Foi bem legal sentir a energia das pessoas nas ruas, todos acenando, tirando fotos. Estou bastante animado com as disputas”, concluiu Patrick.

Max Wilson também ficou animado. “Foi bem legal, e eu até pensei que não teríamos muita gente por causa da chuva, mas depois começou a chegar o público e fiquei feliz com a presença dos fãs que fizeram questão de receber a gente”, considerou o piloto da Eurofarma.

Nonô Figueiredo disse que Salvador já respira o clima. “Acho que Salvador nunca deixou de estar no clima da Stock Car. Mais uma vez a cidade recebeu a gente de maneira super animada. Nossa carreata só agitou ainda mais essa cidade que vive em festa. É uma alegria estar aqui de volta”, destacou o piloto da equipe Cosan Mobil Super Racing.

Daniel Serra concordou. “Salvador é sempre uma festa e é legal estar aqui novamente. Bom ver as pessoas participando e entrando no clima da Stock Car”, comentou o piloto paulista que defende a Red Bull Racing.

Os pilotos fizeram uma concentração no Jardim dos Namorados, no bairro de Pituba. As feras da Stock Car passaram pelas seguintes ruas e avenidas de Salvador: Av. Manoel Dias da Silva - Pituba, Rua Visconde de Itaboraí, Rua Oswaldo Cruz, na Rua João Gomes, Av. Oceânica, Rua da Paciência - Rio Vermelho, Av. Oceânica - Ondina, chegando no Farol da Barra, um dos pontos turísticos da cidade.

Fonte: Stock Car | www.stockcar.globo.com

Salvador da Pátria

Stock Car

O evento da Bahia pode vir a ser o “Salvador da Pátria” para alguns pilotos e equipes. Depois de cinco etapas, o campeonato começa a viver momentos decisivos e até mesmo dramáticos para alguns. No ano passado, por exemplo, Thiago Camilo foi o mais rápido no circuito de rua do GP Bahia, mas uma infeliz quebra lhe tirou a oportunidade de vencer esta prova inédita, quando liderava a corrida.

Este ano a bruxa resolveu se soltar de vez pelos lados da Equipe Vogel Motorsport, com patrocínio Ipiranga. Um ano para esquecer, até aqui, na vitoriosa carreira deste que é considerado o “Mago” do nosso automobilismo, Sir. Mauro Vogel. Nada vem dando certo e os resultados até agora foram sofríveis, e este é bom termo para definir a situação da poderosa dupla Thiago/ Vogel. Eles que já passaram por momentos gratificantes onde tudo funcionava bem, era só baixar o carro da carreta da equipe e acelerar já no primeiro treino para deixar os adversários de cabelo em pé.

Quem sabe este GP da Bahia não vai ser o “Salvador da Pátria” para eles, que precisam manter a equipe fora da zona de rebaixamento e tentar colocar o Thiago no Playoff. Talento, competência e garra não faltam para ambos, axé para eles!

Fonte: Stock Car | www.stockcar.globo.com

Acidente espetacular na Fórmula Truck

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São Paulo recebeu a 5ª Etapa da Fórmula Truck

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Neste domingo 25, aconteceu a 5ª etapa de Fórmula Truck no Autódromo José Carlos Pace com a vitória do Roberval Andrade (Scania Corinthians Motorsport). Geraldo Piquet (ABF Competições) largou em 13º e terminou em 9º lugar conquistando a 6º colocação do campeonato. O campeonato da Truck passa a ter novo líder, Felipe Giaffone terminou a corrida em 4º lugar e reassumiu a liderança da tabela com 98 pontos, um a mais que Valmir Benavides.

Texto e Foto: Biagio Ferrari

Para mais informações acesse o site oficial da categoria: www.formulatruck.com.br

Acidente Fórmula Truck

Confira as imagens do GP de Edmonton, no Canadá

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